Banzet também afirmou que o Brasil é um mercado prioritário para a empresa, que passa por um processo de renovação de imagem, com novo logotipo e estratégias de relacionamento com o cliente diferenciadas. Até o final deste ano, 21 concessionárias já terão o novo visual que a marca vem introduzindo no mercado, tornando o Brasil um dos mais adiantados nesse processo.
O presidente destacou ainda o desenvolvimento mundial e nacional da Citroën após o período mais conturbado da crise econômica. “A primeira atitude diante desse cenário de crise seria promover uma retração, mas a Citroën resolveu fazer o contrário e apostar em uma renovação, se projetando no futuro.” Na Europa a marca é a sétima mais vendida, mas a expectativa é ficar entre as três primeiras até 2012.
No Brasil a Citroën também pretende expandir sua participação de mercado. Em 2009 os números de venda devem ficar em torno de 72 mil unidades, mas a projeção é ultrapassar a marca de 100 mil veículos comercializados já em 2010.
Para isso, além do lançamento do DS3, que chegará para bater de frente com os carrinhos do novo segmento “luxo cult” introduzido recentemente no país com o lançamento de smart fortwo, Mini Cooper e Fiat 500, a marca ainda fabricará no país o C3 Picasso.
De acordo com Ivan Segal, diretor-geral da Citroën do Brasil, o modelo, que foi avaliado na França por nossa equipe, será lançado no segundo semestre de 2010. O executivo também confirma uma versão do hatch com visual off-road, conforme Interpress Motor adiantou durante o Salão de Paris do ano passado.



