Os veículos de teste trafegaram um total de 2,08 milhões de quilômetros desde o início do programa e, de acordo com a GM, ajudaram a descobrir pontos de melhorias que serão utilizados na nova geração do propulsor para que ele tenha seu volume total reduzido pela metade em relação ao sistema anterior – passando a ocupar o espaço equivalente a um motor 4 cilindros. Conforme revelou a empresa o novo complexo motriz pode começar a ser produzido em 2015.
“Nós continuaremos a testar os primeiros modelos do Project Driveway para aprimorar a tecnologia de células de hidrogênio, suas estruturas necessárias e aprimorar os objetivos de veículos elétricos da GM” disse Charles Freese, diretor executivo de atividades com células de combustível da GM.
Um dos maiores obstáculos para a utilização em larga escala dos modelos movidos a hidrogênio,entretanto, revelou a General Motors, se encontra no custo na construção das estações de reabastecimento, que custariam US$ 2 milhões (R$ 3,53 milhões) cada. Uma rede de abastecimento com 12.000 postos nos Estados Unidos, informou a empresa, custaria o equivalente a R$ 42,38 bilhões.



