O automóvel em questão viria ao mundo para disputar espaço no mercado dos “cupês 4 portas” como o Porsche Panamera, Maserati Quattroporte e Aston Martin Rapide. A marca do touro vem lidando com dificuldades em suas vendas desde que a crise financeira abalou o mercado automobilístico. Além de focar seus investimentos no crescente mercado chinês como uma tentativa de aumentar as vendas (o número de concessionárias passou para 12 na potência asiática), Winkelmann informa que a marca vem realizando pesquisas para diminuir suas emissões de CO2 com a redução no peso de seus modelos. “O desenvolvimento consistente da tecnologia de fibra de carbono é um elemento chave para nossa estratégia”, afirmou o chefe executivo.
Já Maurizio Reggiani, chefe de pesquisa e desenvolvimento da marca, afirma que “o que importa é reduzir o CO2 sem diluir o DNA da marca Lamborghini”. “É difícil vender um Lamborghini se ele não gerar emoção”.




