O executivo, no entanto, não deu detalhes sobre como será a nova operação da Alfa no Brasil nem quais modelos virão. Mas não precisa ser gênio para constatar que é obrigatório formar uma rede nova e independente, ou seja, nada de botar show-room do lado de concessionária da Fiat.
O ideal mesmo era repassar a administração da Alfa para algum grupo nacional com a família Senna ou Sergio Habib, gente que sabe como funciona esse mercado. A verdade é que não dá para vendedor de Uno negociar com clientes da Alfa e vice-versa.
Marchionne também disse ao portal que a Chrysler venderá híbridos na América Latina a partir do Brasil, mas não voltou a falar sobre a futura fábrica do grupo no país.
Com a volta da Alfa Romeo, faltam poucas marcas que ainda não atuam no Brasil



