O abre-alas, por chegar imediatamente às lojas (no máximo em duas semanas), é a versão esportivada do Novo Uno, chamada de Uno Sporting: traz motor Fire Evo de 1,4 litro e toda sorte de equipamentos e acessórios já conhecidos de outros modelos da linha mais arrojada da Fiat.
O carro mais importante, porém, é o hatch médio Bravo, substituto do Stilo, que faz sua pré-estreia no evento e chegará às lojas até dezembro, com três versões empurradas por duas motorizações: Bravo Essence e Bravo Absolute, com motor de 1,8 l 16V E-torq bicombustível, e Bravo T-Jet, com o motor turbo a gasolina de 1,4 litro já conhecido dos donos de Punto e Linea e com um instigante emblema Over Boost próximo dos para-lamas.
O Bravo será produzido na fábrica mineira de Betim com visual alinhado ao que existe de mais competitivo no segmento, acabamento e equipamento de qualidade e boa motorização. Ainda não há preço definido, mas ele deve ocupar de início o lugar das versões de topo do Stilo — que deve continuar em linha “enquanto o público quiser”, segundo a Fiat, mas em pacotes mais simples e preços menores.
Respondendo pelo futuro, mas com chances quase nulas de ganharem as ruas (devem, sim, fornecer peças e estilo a outros modelos), a Fiat mostra os protótipos FCC III, ou Fiat Mio, Uno Cabrio e Uno Ecology. O primeiro é um supercompacto que representa a terceira geração de conceitos mostrados pela marca no Salão do Automóvel, e que foi projetado com a ajuda do consumidor da Fiat; os outros dois são um Novo Uno conversível e um Novo Uno fabricado com conceitos e materiais sustentáveis.



