Sedã médio aposta na relação custo-benefício para ‘atropelar’ o Vectra, o modelo é o maior entre os rivais, mas peca um pouco na qualidade. A Renault quer uma nova chance no segmento de sedãs médios no Brasil, que apesar de perder espaço para os SUV`s, ainda é um dos mais promissores do mercado nacional. O líder, Toyota Corolla, vendeu pouco mais de 49 mil unidades até novembro deste ano, enquanto o Civic registrou o montante de 27,8 mil unidades no período. Depois da experiência com o Mégane, a marca francesa aposta agora no Fluence com os pés mais no chão: a estimativa é vender 20 mil unidades em 2011 e tirar da frente apenas o Chevrolet Vectra – que ocupa a terceira posição no ranking. Se a meta se confirmar, o novo sedã será o principal responsável por elevar de 150 mil para 180 mil as vendas da fabricante no país no ano que vem. Para chamar atenção do consumidor, o Fluence usa a mesma receita dos modelos mais populares da marca e quer conquistar pela relação custo-benefício.
A partir de R$ 59.990, o novo sedã francês sai de fábrica com seis airbags, acendimento automático dos faróis, freios ABS com distribuição eletrônica da força de frenagem (EBD) e assistência a frenagem de emergência (AFU), faróis de neblina, sensor de chuva, ar condicionado digital de duas zonas, chave-cartão e rádio CD MP3.
O Vectra, por exemplo, é quase R$ 3 mil mais em conta (R$ 57.252), mas comparado ao pacote do Fluence tem de semelhante apenas os airbags, no caso do sedã da GM disponível somente para motorista e passageiro. A versão intermediária, Elegance, é a que mais se aproxima da configuração de entrada do modelo da Renault, mas tem preço sugerido de R$ 63.147 e traz quatro bolsas infláveis a menos.





