Novo Hyundai Elantra chega ao Brasil em 2011 com motor flex.

Novo Hyundai Elantra 2011

 

Sedã terá Civic, Corolla, Vectra e companhia entre os principais concorrentes. Basta reparar nas linhas do novo Elantra para saber em qual concorrente a Hyundai apontou a mira: Honda Civic. E a semelhança vai além do visual esportivo, com frente baixa e traseira curta. A distância entre-eixos de 2,70 metros é a mesma. A diferença, nesse caso, é que o coreano traz um novíssimo motor 1.8 16V da família Nu, de 150 cv e 18,1 kgfm de torque – que por aqui já virá em versão flex, garante a Hyundai. Outra novidade fica por conta da transmissão, que passa a ter seis marchas tanto na versão manual quanto na automática. O conjunto parece acertado: a marca divulga 0 a 100 km/h em 9,0 segundos e consumo de até 17 km/l.

 

Também de olho no consumidor do Civic, o Elantra ganhou suspensão mais firme (embora mantenha o eixo de torção na traseira) um painel com desenho arrojado. O comprimento é semelhante ao do Honda, com 4,53 m, mas o Hyundai leva vantagem no porta-malas, de 420 litros. Contatado por e-mail, o sul-coreano Khim Woon, participante de um fórum automotivo na Coreia do Sul, escreveu dizendo que acabou de comprar um Avante 2011 (nome do Elantra em seu país de origem). Segundo ele, o sedã tem ótima dirigibilidade. “O câmbio manual apresenta engates suaves (embora não tão suaves quanto o do Civic) e o carro é gostoso de dirigir.” O único problema apontado por Khim Woon é a direção elétrica leve demais, principalmente em velocidades de estrada. A Hyundai justifica que optou por esse acerto por causa dos EUA, onde o carro terá grande parte de suas vendas – até com produção local, no Alabama. Desde que antecipamos com exclusividade que a Hyundai venderia o Elantra no Brasil em 2011 (segundo semestre), na Autoesporte de agosto, a marca vem trabalhando a questão do preço. “Temos de conseguir um valor competitivo para brigar com Civic e Corolla”, nos confidenciou um executivo sul-coreano. Por essa afirmação, espere valores entre R$ 65 mil e R$ 70 mil na versão de entrada, com ar-condicionado analógico. Já a topo de linha poderá passar dos R$ 80 mil. Além de bancos de couro e ar digital, o Elantra top oferece um sistema de auxílio de estacionamento (SPAS) que faz baliza sozinho, semelhante ao recurso do VW Tiguan.

Brasil desenvolve Taxi elétrico mais está longe do ideal.

Táxi Elétrico

 

Todos sabem a quantas anda o desenvolvimento de automóveis com propulsor alternativa ao motor a combustão: mundo afora, híbridos batem recordes de vendas e são aclamados com prêmios — isso já é realidade nos Estados Unidos, Europa e Japão. Também por lá, governos e sociedade se apressam para definir políticas de regras e, principalmente, benefícios para veículos elétricos com a tal “emissão zero” de poluentes. Claro, a adoção em maior ou menor escala depende do mercado, que é guiado pela pressão do “ambientalmente correto”, mas também (e com muito peso) pelo preço e disponibilidade dos derivados de petróleo.

 Táxi Elétrico

 

As fotos que ilustram este post, feitas no setor de desembarque do Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba (PR). A perua Fiat Palio Weekend convertida em modelo elétrico. Ela foi vista e testada dentro da Usina de Itaipu, local do projeto piloto. Ações semelhantes estão sendo desenvolvidas em diversos pontos do país, fruto da parceria entre concessionárias do setor elétrico e fabricantes automotivos, consagrados ou não. O diferencial agora está na liberação do uso público: uma unidade do carro foi convertida em taxi e está à disposição dos passageiros do aeroporto desde outubro, contanto que esteja carregada.

  

Táxi Elétrico

 

O passageiro procura o quiosque do serviço e informa para onde quer ser levado. Com o trajeto fechado, o preço da corrida é definido tendo como base o valor a ser pago em um carro convencional e a aplicação do desconto padrão de R$ 20, concedido para estimular o uso do chamado “taxi elétrico”. O preço final é pago ali mesmo, antecipadamente, com dinheiro ou cartão. Viajantes frequentes também podem obter uma espécie de cartão pré-pago, com créditos que serão descontados conforme o uso. Uma corrida que custaria R$ 50 em um carro de praça convencional, por exemplo, custa R$ 30 no elétrico.

 

Novo Aircross R$ 53.900 no Brasil e R$ 34.550 na Argentina.

Novo Fit Aircross

 

Não bastasse a Argentina ter vencido o último amistoso contra o Brasil, o hermanos também pagam bem menos pelos mesmos carros que rodam por aqui. Os exemplos mais recentes são Volkswagen SpaceFox e Citroën Aircross. A perua chegou em junho à Argentina, onde é fabricada, custando 64.450 pesos, o equivalente a R$ 29.290. Poucos dias depois, desembarcou por aqui partindo de R$ 48.790. Até quando o carro é fabricado aqui ele chega por lá custando menos, caso do Citroën Aircross, lançado em agosto no Brasil por R$ 53.900. Quando começar a ser vendido na Argentina, em março, partirá de 80.280 pesos, ou R$ 34.550. Equipe a versão topo de linha, Exclusive, com todos os opcionais e ainda assim o Aircross argentino será mais barato que o modelo básico brasileiro.

Vauxhall dará 20% de desconto para atrair clientes.

Novo Corsa Europeu 

 

Estratégia aproveita o fim de incentivo fiscal para compra de veículos topo de linha como Insignia VXR pode ter desconto de US$ 9.737 a US$ 41,3 mil. A Vauxhall, subsidiária britânica da General Motors, anunciou que vai dar desconto de 20% sobre os preços da maioria de seus carros. A ação estratégica para a marca foi anunciada nesta quarta-feira (15), dias antes de a taxa sobre consumo, a Value Added Tax (VAT), voltar a ser cobrada. A taxa de 2,5%, que será retomada em janeiro, havia sido retirada pelo governo para ajudar a estimular as vendas de veículos no país, já que a Europa ainda se recupera da crise internacional. A oferta da montadora é chamada de “Vauxhall Countdown” e está disponível somente para carros novos adquiridos até 27 de dezembro de 2010. Com os 20% de desconto, o preço de um Astra 1.4 Exclusive cai mais de £ 3.190 (US$ 5.038). Já o topo de linha Insignia VXR pode ter o preço reduzido entre £ 6.165 (US$ 9.737) e £ 26.150 (US$ 41,3 mil).

O superesportivo Coviello C6W entra em produção na Europa.

Novo Coviello C6W

 

Depois de mais de 30 anos de desenvolvimento, o Coviello C6W começará a ser produzido em pequenos lotes na Europa. O superesportivo de seis rodas projetado pelo italiano Ferruccio Covini vai estrear em breve no mercado, apesar de o preço ainda não estar definido. O carro é equipado com quatro rodas dianteiras de 15 polegadas e duas na traseira, de 20 polegadas, além de freios a disco Brembo. O sistema é inspirado no seis rodas, o P34, desenvolvido pela Tyrrell para a temporada de Fórmula 1 em 1976 e 1977. De acordo com a equipe responsável pelo projeto, as quatro rodas dianteiras proporcionam maior comodidade, mais força, mais aderência, melhor frenagem e menos vibração. Além disso, os pneus têm mais força e reduzem as chances de aquaplanagem.

 

Novo Coviello C6W 

 

O Covini C6W A tem 4,18 metros de comprimento, 1,99 m de largura e 1,08 m de altura. O peso é de 1.150 kg, graças à estrutura de aço tubular, reforçada com fibra de carbono. A cabine é 2+2, com bancos em dois tons de couro e detalhes de alumínio no acabamento. Sob o capô está o motor V8 4.2 da Audi que gera até 440 cavalos de potência, acoplado a uma transmissão manual de 6 velocidades. De acordo com a fabricante, o modelo chega a 300 km/h.

Renault venderá versão única do Mégane Gran Tour no Brasil.

Mégane Gran Tour 2011 

 

Só a versão Dynamique 1.6 continuará no mercado, por R$ 48.490 como o carro vem com ABS, EBD, airbag e cartão eletrônico que substitui chave. A Renault anunciou nesta quarta-feira (8) que o Mégane Gran Tour passará a ser vendido no Brasil somente na versão Dynamique com motor 1.6 16V Hi-Flex, com preço sugerido de R$ 48.490. Saem do mercado as versões Dynamique 2.0, que custava R$ 53.030 e a de entrada, Expression 1.6, de R$ 45.350.

 

Mégane Gran Tour 2011 

 

A station wagon fabricada em São José dos Pinhais (PR) tem motor com duplo comando de válvulas no cabeçote e desenvolve 110 cv (abastecido com gasolina) e 115 cv (com etanol) de potência. A transmissão manual tem cinco velocidades e o carro conta ainda com freios ABS, EBD (distribuição da força na frenagem), airbags auto-adaptativos para motorista e passageiro e rodas de aro 16’’.