A Ford divulgou nesta segunda-feira (20), imagens e detalhes novo C-Max, modelo que passará a ser vendido nos Estados Unidos. Veja fotos em alta resolução. Embora seja chamado C-Max, o modelo é vendido em outros mercados como Grand C-Max, um monovolume com capacidade para transporte de até sete passageiros.
O visual praticamente segue o mesmo padrão europeu, com a adição de setas na cor laranja e novas rodas de liga leve.
Antes de mais nada, nem decorem o nome “Sunny”. Segundo a Nissan, ele só vale para a China, onde o sedãzinho foi revelado nesta semana no Salão de Guangzhou. A versão três volumes do March/Micra tem visual mais encorpado e requintado, já visando outro público, o chefe de família que precisa de um carro com bom porta-malas. A solução é conhecida no Brasil há anos, basta ver o Siena, o Classic, o Voyage etc, mas para outros mercados é novidade. E, embora a Nissan não tenha dito com todas as palavras, o Sunny, ou All-new Global Sedan, será vendido no Brasil, provavelmente em 2012, tempos depois da chegada do March, que abrirá caminho.
Sobre o design, vimos pontos positivos e negativos. A Nissan quis imprimir uma cara diferente do March, o que é bom, há detalhes que lembram carros maiores, mas vê-se que o Sunny é um modelo pequeno, basta reparar nas rodas e nas caixas de rodas também, por exemplo. O interior aparenta bom acabamento e dimensões até que generosas veja que há até descansa-braços central. O visual do painel é simples, mas de bom gosto. Quanto à parte mecânica, aí é melhor nem dar bola para a versão chinesa, que traz motor 1.5 e câmbio CVT. Quando chegar ao Brasil, o sedã deverá apresentar motores Renault e câmbio manual apenas. Pelo menos no início.
Sedã terá Civic, Corolla, Vectra e companhia entre os principais concorrentes. Basta reparar nas linhas do novo Elantra para saber em qual concorrente a Hyundai apontou a mira: Honda Civic. E a semelhança vai além do visual esportivo, com frente baixa e traseira curta. A distância entre-eixos de 2,70 metros é a mesma. A diferença, nesse caso, é que o coreano traz um novíssimo motor 1.8 16V da família Nu, de 150 cv e 18,1 kgfm de torque – que por aqui já virá em versão flex, garante a Hyundai. Outra novidade fica por conta da transmissão, que passa a ter seis marchas tanto na versão manual quanto na automática. O conjunto parece acertado: a marca divulga 0 a 100 km/h em 9,0 segundos e consumo de até 17 km/l.
Também de olho no consumidor do Civic, o Elantra ganhou suspensão mais firme (embora mantenha o eixo de torção na traseira) um painel com desenho arrojado. O comprimento é semelhante ao do Honda, com 4,53 m, mas o Hyundai leva vantagem no porta-malas, de 420 litros. Contatado por e-mail, o sul-coreano Khim Woon, participante de um fórum automotivo na Coreia do Sul, escreveu dizendo que acabou de comprar um Avante 2011 (nome do Elantra em seu país de origem). Segundo ele, o sedã tem ótima dirigibilidade. “O câmbio manual apresenta engates suaves (embora não tão suaves quanto o do Civic) e o carro é gostoso de dirigir.” O único problema apontado por Khim Woon é a direção elétrica leve demais, principalmente em velocidades de estrada. A Hyundai justifica que optou por esse acerto por causa dos EUA, onde o carro terá grande parte de suas vendas – até com produção local, no Alabama. Desde que antecipamos com exclusividade que a Hyundai venderia o Elantra no Brasil em 2011 (segundo semestre), na Autoesporte de agosto, a marca vem trabalhando a questão do preço. “Temos de conseguir um valor competitivo para brigar com Civic e Corolla”, nos confidenciou um executivo sul-coreano. Por essa afirmação, espere valores entre R$ 65 mil e R$ 70 mil na versão de entrada, com ar-condicionado analógico. Já a topo de linha poderá passar dos R$ 80 mil. Além de bancos de couro e ar digital, o Elantra top oferece um sistema de auxílio de estacionamento (SPAS) que faz baliza sozinho, semelhante ao recurso do VW Tiguan.
Todos sabem a quantas anda o desenvolvimento de automóveis com propulsor alternativa ao motor a combustão: mundo afora, híbridos batem recordes de vendas e são aclamados com prêmios — isso já é realidade nos Estados Unidos, Europa e Japão. Também por lá, governos e sociedade se apressam para definir políticas de regras e, principalmente, benefícios para veículos elétricos com a tal “emissão zero” de poluentes. Claro, a adoção em maior ou menor escala depende do mercado, que é guiado pela pressão do “ambientalmente correto”, mas também (e com muito peso) pelo preço e disponibilidade dos derivados de petróleo.
As fotos que ilustram este post, feitas no setor de desembarque do Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba (PR). A perua Fiat Palio Weekend convertida em modelo elétrico. Ela foi vista e testada dentro da Usina de Itaipu, local do projeto piloto. Ações semelhantes estão sendo desenvolvidas em diversos pontos do país, fruto da parceria entre concessionárias do setor elétrico e fabricantes automotivos, consagrados ou não. O diferencial agora está na liberação do uso público: uma unidade do carro foi convertida em taxi e está à disposição dos passageiros do aeroporto desde outubro, contanto que esteja carregada.
O passageiro procura o quiosque do serviço e informa para onde quer ser levado. Com o trajeto fechado, o preço da corrida é definido tendo como base o valor a ser pago em um carro convencional e a aplicação do desconto padrão de R$ 20, concedido para estimular o uso do chamado “taxi elétrico”. O preço final é pago ali mesmo, antecipadamente, com dinheiro ou cartão. Viajantes frequentes também podem obter uma espécie de cartão pré-pago, com créditos que serão descontados conforme o uso. Uma corrida que custaria R$ 50 em um carro de praça convencional, por exemplo, custa R$ 30 no elétrico.
Não bastasse a Argentina ter vencido o último amistoso contra o Brasil, o hermanos também pagam bem menos pelos mesmos carros que rodam por aqui. Os exemplos mais recentes são Volkswagen SpaceFox e Citroën Aircross. A perua chegou em junho à Argentina, onde é fabricada, custando 64.450 pesos, o equivalente a R$ 29.290. Poucos dias depois, desembarcou por aqui partindo de R$ 48.790. Até quando o carro é fabricado aqui ele chega por lá custando menos, caso do Citroën Aircross, lançado em agosto no Brasil por R$ 53.900. Quando começar a ser vendido na Argentina, em março, partirá de 80.280 pesos, ou R$ 34.550. Equipe a versão topo de linha, Exclusive, com todos os opcionais e ainda assim o Aircross argentino será mais barato que o modelo básico brasileiro.












