Chery S18 é outro chinês no mercado Brasileiro.

Novo Chery S18 2011

O novo S18 tem previsão de chegada no país apenas para o final de 2011 ou começo de 2012 (o QQ chega no começo do ano); preço ainda é indefinido. O S18 pesa 1.028 kg e mede 3,60 m comprimento, 1,52 m de largura e 1,58 m de altura, com distância entre-eixos de 2,33 o modelo é calçado com rodas aro 14 e pneus 175/60; equipado com freios a disco na dianteira e a tambor atrás, conta com ABS e EBD o emblema com a letra “R” entrega real origem do S18: vem de Riich, uma das marcas da Chery na China. O motor que equipa modelo exposto no Salão é o mesmo do Face: Acteco 1,3 litro a gasolina, de fabricação austríaca, com 84 cavalos e torque de 12,4 kgfm; lá fora, porém, o veículo conta também com propulsão elétrica S18, conta ainda com sensor de estacionamento; formato das lanternas lembra, pro exemplo, a que a Fiat usará no médio Bravo, os banco não tem ajuste de altura e qualidade de plásticos da cabine é similar àquela encontrada em modelos populares feitos aqui já na configuração do banco traseiro do S18 é semelhante ao do hatch Face, com apoios de cabeça e conforto 0 apenas para dois ocupantes. O interior do S18, que conta com mesmo padrão de acabamento do Face; modelo tem ar-condicionado, direção hidráulica, airbag duplo frontal e rádio AM/FM com CD Player MP3 e entrada mini-USB. A marca Chery S18 é cotado para ser um dos carros produzidos no Brasil a partir de 2013, quando a marca montar sua fábrica por aqui vamos espera e ver o que vai acontecer.
Chery ou JAC? Qual será a líder de vendas de carros no Brasil?

Novo JAC J3 Turim 2011

Uma coisa é certa. Com todo o respeito aos demais chineses, por enquanto apenas a Chery e a JAC mostraram potencial para se firmar no Brasil. Das demais, falarei mais para frente, mas não dá para levar a sério marcas que “apresentam” seus carros sem tê-los no estande ou que exibem um clone do Mr. Bean para divulgar seu clone de Mini.
Há outras iniciativas sérias, sim, mas bem mais modestas como é o caso da Brilliance, mas vamos voltar às duas marcas mais fortes até o momento. A Chery já é uma realidade e beira mil unidades vendidas por mês, algo que nenhuma outra conseguiu. A JAC se credencia pelo representante Sergio Habib, homem acostumado a vender requinte e luxo.
Mas as duas não terão vida fácil. A JAC, por exemplo, tem como virtude a identidade visual de seus carros. Segundo me disse o designer-chefe da marca, o chinês Lou Tik, “desde o início queremos ser uma marca global e para isso é preciso ter uma cara própria”. A geração que chega no ano que vem – J3, J5 e J6 – pode não ser lá muito atraente, mas tem sentido. O novo J2 é bem melhor e, segundo Habib, o que virá por aí é que o fez escolher representá-la.

Novo Chery Fulwin 2011

Já a Chery deu um passo ousado ao anunciar fábrica no Brasil. Lá ela produzirá o Fulwin e o S18, ambos compactos e de design bem melhor do que QQ e Face, por exemplo. Além disso, haverá um centro de desenvolvimento no país já que a Chery quer produzir utilitários por aqui e adequar seus carros ao gosto do brasileiro. De quebra, o Fulwin chegará em 2011 com motor flex 1.5, o primeiro da China.
Nem por isso elas não cometam deslizes. Habib revelou que foi preciso melhorar diversos componentes, peças e acessórios para tornar os JAC aceitáveis ao nosso mercado. Até isolamento acústico maior foi preciso adaptar. Quem for ao salão e entrar num dos seus carros poderá reparar que as portas fecham com facilidade, coisa que o QQ, por exemplo, tem extrema dificuldade. A JAC, como disse antes, tem uma estratégia muito mais profissional, mas o fato é que os carros chineses ainda têm pontos fracos que só novos projetos podem resolver. O interior do J3 e mesmo do J5 são bem sem graça. Os paineis de instrumentos que o digam.
A Chery, por mais que queira parecer que sabe o que está fazendo, mostra sinais de desorganização. O compacto QQ já e prometido desde o final do ano passado e agora ficou para março de 2011. Luiz Cury, o presidente, disse que o nome Fulwin é oficial para depois corrigir e explicar que alguns países não aceitaram o nome. Perguntamos se o Tiggo receberá a reestilização vista na China e o executivo respondeu que “isso não existe”. No entanto, a velocidade com que os carros melhoram é impressionante. Quem for ao salão verá que a distância entre alguns modelos é abismal. Você entra em um e acha básico demais, aí pula para outro e já acabamento melhor e itens com bom gosto. Por enquanto, eu prefiro esperar por uma safra bem mais moderna.
Novo Chery QQ, chegará em 2011 como o carro mais barato do Brasil.

Novo Chery QQ 2011

A chinesa Chery deixou claro que possui uma estratégia agressiva para o mercado brasileiro; para a fabricante chinesa, o que importa é crescer. Presente há um ano no país, a marca possui uma fatia de 0,35% do mercado brasileiro de automóveis. O número pode parecer baixo mas empolga seus executivos. Para 2011, a Chery pretende chegar a 1 % de participação, o que corresponderia a algo entre 35 mil e 36 mil carros vendidos. Para chegar lá, vai trazer três novos modelos, que se juntarão ao portfólio já existe da marca no país o qual inclui o compacto Face, o Cielo (sedã e hatch) e o SUV Tiggo.

São eles o hatch S18, a família Fulwin, que inclui um sedã e um hatch, e o compacto QQ, que chegará para a briga na porta de entrada do mercado, com preço muito competitivo: R$ 20 mil, mais barato que um Fiat Mille ou um Effa M100. Assim, a Chery simplesmente dobrará sua gama de modelos no Brasil. A previsão da estreia dos modelos é março de 2011. Ainda na apresentação no Anhembi, foram divulgados dados de investimento na planta de Jacareí (SP), que deverá iniciar sua operação em 2013. A fábrica que será modular e contará com duas linhas de produção terá um aporte de US$ 400 milhões da montadora. A presença da Chery não se ampliará apenas na quantidade de carros: a rede de concessionários, que atualmente possui 52 unidades plenas, deverá fechar 2010 com mais 20.

Chery Fulwin 2 modelos que a Chery produzirá no Brasil

A Chery nem bem anunciou que construirá sua primeira fábrica no Brasil – na cidade da Jacareí, perto de São Paulo e São José dos Campos – e já contou quais serão os modelos que produzirá lá a partir de 2013. Um já é manjado, o Face, o compacto de teto alto e que foi “clonado” pelo novo Idea, da Fiat (juro que já confundi a minivan com o chinês umas duas vezes esta semana!). O outro é o novo compacto da marca, o Fulwin 2.

Certamente, este nome será trocado por algo mais “ocidental” ou, pelo menos, que tirem o número 2 dali. Mas o Fulwin 2 é um carro curioso. Suas dimensões são mais generosas que outros compactos, mas não chegam a ser de um médio. Ou seja, pode ser uma espécie de compacto premium chinês.

Chery Fulwin 2
Produzido nas versões hatch e sedã, o modelo tem um design bem original, seja lá se isso significa algo positivo ou negativo. A traseira do hatch nos lembrou na época das primeiras fotos uma espécie de Série 1, mas estávamos enganados, basta ver como fomos massacrados nos comentários.

O motor é 1.5 de 107 cv de potência e o câmbio, manual. Agora, reparem no painel do Fulwin 2. Além dos mostradores normais, há duas fileiras “digitais” à frente do motorista e do passageiro. Será que o Fulwin é como um avião, que precisa de co-piloto?!

Chery Fulwin 2
Enfim, interessante saber que a Chery quer bater de frente com os gigantes Fiat, Volkswagen e Chevrolet onde eles mais vendem carros, o segmento de compactos. Ah, sim, o Fulwin 2 estará no Salão do Automóvel.

Chery Tiggo ganha facelift e perde referência do RAV4

Demorou para que a Chery resolvesse apresentar o novo Tiggo, o utilitário esportivo que clonou a geração anterior do RAV4, da Toyota. Revelada aqui no Blogauto em maio, a reestilização deu cara nova ao modelo, com mais identidade em relação à outros veículos da marca chinesa.

A traseira, no entanto, continua cópia do RAV4, mas o acabamento geral parece ter melhorado. Painel novo, bancos e revestimentos com aparência mais agradável e alguns cuidados que a versão vendida aqui não mostrou na época do lançamento.

Chery Tiggo 2011
A boa surpresa é que na China o Tiggo ganhou um motor 1.6 turbo com 150 cv que permite a ele acelerar de 0 a 100 km/h em 10,1 segundos. Quem sabe a Chery brasileira não resolve trocar o 2.0 por esse novo propulsor. Pelo andar da carruagem, devemos ver o novo Tiggo no começo de 2011 no Brasil.

A Chery Tiggo e Cielo sofrem reajuste

A Chery divulgou nesta terça-feira (22) um pequeno reajuste de 4% e 2% nos valores tabelados do Tiggo e Cielo, respectivamente. O aumento, segundo a empresa responsável pela importação dos automóveis ao Brasil, é devido à elevação no custo do frete internacional. O utilitário esportivo Tiggo, que era oferecido por R$ 49.900, subiu para R$ 51.900, enquanto o recém-lançado Cielo nas versões hatch e sedã passou de R$ 41.900 para R$ 42.900.
Os dois modelos contam com câmbio manual de 5 marchas e são movidos, no caso do Cielo, por um motor 1.6 16V de 119 cv enquanto o Tiggo utiliza um 2.0 16V de 135 cv. O grande apelo dos veículo reside no custo/benefício já que vem equipados de série com ar-condicionado, trio elétrico, direção hidráulica, airbag duplo e freios ABS.