Destaques do Mês de Setembro de 2008.
Chevrolet Corsa Sedan Pink
Ola, eu sou Ana Caroline, tenho 23 anos, sou Arquiteta, natural de Campina Grande, Paraíba. Tudo começou quando adquiri meu Corsa Sedan há dois anos. Ele já veio com rodas e aerofólio, achei bonito o carro. E meu marido Agricio que tem 26 anos formado em Técnico em Injeção Eletrônica deve a ideia de começar a modificar o carro logo após, de assisti ao filme “Mais Veloses e Mais Furiosos”. Aparti desse filme que começamos a gostar mais de tuning e pensar mais como poderia deixar parecido ao do filme com aqueles instrumentos e adesivos muitos bonitos. Ai que começamos a tunar o nosso Corsa Sedan com adesivos personalizados, volante esportivos, pedaleiras esportivas, tapetes de alumínio, soleiras, manopla, revestimento e convertemos para flex colocamos também fumê de 85% nos vidros laterais e degadê no vidro traseiro. Depois o meu marido Agricio pintou o painel de Pink e instalou o neon embaixo do painel, e é claro que não poderia faltar o som e dvd. Foi colocada ainda um forro de pelúcia na cor Pink nas portas e no porta mala do carro, e para dá mais esportividade não poderia faltar o escapamento esportivo com saída dupla para as laterais. Modificamos os parachoques em fibra e telas em alumínio na dianteira. Por último, foram pintadas algumas partes do motor de pink. E ficamos muitos satisfeito com o resultado tanto que o meu corsa sedan é o único tuning girl da cidade de Campina Grande – PB. Já participamos de um campeonato local e ficamos em 2° lugar, ficamos muito satisfeitos pelo fato de ter sido a primeira vez que participamos de um campeonato, agora estamos em busca do primeiro lugar e tenho certeza que ele virá um dia.
Estamos muito felizes em ter recebido o convite da equipe Car Tuning Revolution para divulgarmos o nosso carrinho, e aproveito para concluir com chave de ouro que não iremos parar por aqui!!!
“Desenhado para incorporar a tecnologia desenvolvida em corridas, o Corvette Z06 Carbon Limited Edition é um tributo ao 50º aniversário da primeira corrida do Corvette nas 24 horas de Le Mans”, disse Jim Campbell, gerente-geral da Chevrolet. “Com a produção limitada a 500 unidades, este carro será muito querido pelos colecionadores de Corvette e entusiastas de corrida”, completou o executivo.
Embora as alterações técnicas tenham aprimorado apenas o arrefecimento do motor LS7 7.0 V8 do modelo, que permanece gerando 505 cavalos de potência a 6.300 rpm e 65 kgfm de torque a 4.800 rpm, a edição especial do esportivo utiliza os freios Brembo compostos de carbono e cerâmica da versão ZR1 do Corvette – o mais potente Corvette produzido até então, com 638 cv. O esportivo também recebeu o chamado Magnetic Selective Ride Control, um controle eletrônico de rigidez dos amortecedores.
O Carbon Limited Edition também recebeu novas rodas de aro 19” na dianteira e 20” na traseira, que calçam pneus Michelin PS2 – de alta performance. O alívio de peso do esportivo, bem como seus aprimoramentos aerodinâmicos, são decorrentes do novo capô, spoilers, e espelhos retrovisores, todos feitos de fibra de carbono. As 500 unidades ainda trazem em seu porta-malas para-choques dianteiro e traseiro semelhantes ao do modelo que é utilizado nas corridas europeias, para serem instalados em dias que o “Vette” for utilizado em pistas.
“Para uso de pista o ZO6 Carbon é o Corvette mais balanceado. Ele combina baixo peso com o motor aspirado do Z06 e os freios do ZR1”, disse Tadge Juechter, chefe de engenharia da Corvette. “Para traçados como o de Laguna Seca, o Z06 Carbon pode tirar até 3 segundos da volta do Z06 comum”, completou Juechter.
Além dos apliques de Carbono, o modelo será vendido nas cores azul (chamada de Supersonic Blue) e laranja (Inferno Orange). O interior de cada Z06 Carbon terá o revestimento de couro com a mesma cor que seu exterior. O preço do esportivo não foi divulgado.
A General Motors anunciou na Austrália o recall de 86 mil modelos Omega que são vendidos no Brasil, no Oriente Médio e na Nova Zelândia. O problema é a possibilidade de vazamento de combustível, com risco de incêndio no motor. No Brasil foram comercializadas 784 unidades do modelo entre 2008 e 2009, que podem apresentar o problema. A empresa no Brasil, no entanto, ainda não se pronunciou oficialmente. O Omega vendido no país é equipado com motor 3.6 V6 (seis cilindros em “V”) de 254 cv (cavalos) de potência e custa R$ 145 mil.
O novo Camaro é uma releitura do clássico Camaro consagrado nos anos 1960 e segue a tendência das três grandes montadoras americanas de ressuscitar seus mitos, como o Ford Mustang e o Dodge Challenger, ambos já à venda. Há quem diga que o modelo da GM,visto pela primeira vez no Salão de Detroit 2006, está sendo superexposto, e, por isso, não causaria tanto impacto em seu lançamento. O cupê deve chegar às lojas dos Estados Unidos no primeiro quadrimestre de 2009. A previsão é de que o conversível comece a ser vendido um ano depois.
No Brasil, a Chevrolet comercializa o Classic a partir de R$ 26 664 e ele é, nada mais, nada menos, que um Corsa Sedan na versão antiga, com a mesma base há quase 13 anos. Ainda na América, mais especificamente no México, o modelo era vendido como C2 e, hoje, se chama Chevy. É um dos veículos mais básicos da montadora e passou por um facelift um tanto quanto exagerado para ficar com mais fôlego no mercado.
A dianteira recebeu os traços utilizados pelos veículos da General Motors dos Estados Unidos, como, por exemplo, o Malibu. No entanto, por se tratar de um carro compacto, as formas soam um pouco de exagero. Faróis maiores também fazem parte do projeto e deixam a dianteira do sedã desconjuntada. A traseira é praticamente a mesma já utilizada pelo Chevy, mas que é diferente do modelo brasileiro.
O motor é o mesmo 1.6l de 100 cv disponível nas versões hatch e sedã. Ainda há uma versão automática. A última novidade do carro é o sistema GM Link, que permite bloquear o motor do veículo em caso de furto ou roubo.
Com o tema “Chevrolet. Reinventamos Caminhos”, a ação de marketing que terá início no próximo domingo (3) traz temática ecológica com formigas carregando “carros” (veja na foto acima) e é a maior da empresa nos últimos quatro anos. Além de mostrar o engajamento da montadora com a preservação da natureza, as peças buscam fortalecer a marca Chevrolet, pertencente ao grupo General Motors. “GM e Chevrolet são a mesma coisa para o mercado hoje. Nós queremos separar isso. Nosso relacionamento com o consumidor é através da Chevrolet”, explica o diretor de marketing, Samuel Russel.
Durante a apresentação da campanha, Russel deu exemplos de como é possível diminuir a emissão de CO2 (dióxido de carbono) na atmosfera por meio da iniciativa dos próprios motoristas. “Não vamos consertar os problemas, mas conscientizar as pessoas. Na Chevrolet, estamos estimulando os funcionários a darem carona”, disse o executivo. Dessa forma, acredita a Chevrolet, o trânsito pode melhorar e, ao mesmo tempo, a poluição do ar, diminuir.
Efeito colateral
Questionado sobre o pouco envolvimento institucional das marcas com a questão ambiental (há muito mais carros ecológicos que anúncios sobre eles) e acerca de uma possível queda das vendas com a redução do uso de automóveis, Russel destacou alguns pontos importantes na estratégia da fabricante. “Não temos medo de vender menos. A necessidade do transporte pessoal continua, mas queremos fazer isso de um modo mais racional”, esclareceu.
“Não quero alfinetar ninguém com isso, mas, na Europa, por exemplo, os carros que poluem menos pagam menos tributo. Aqui os tributos são cobrados em cima de custos. Com a redução dos custos, reduz-se a qualidade da matéria-prima, os carros ficam mais pesados e acabam poluindo mais”, comparou Samuel Russel. “Seremos líderes mundiais em fuel solutions [soluções em combustíveis limpos, em uma tradução livre]. A idéia da campanha é trazer de volta o prazer de dirigir”, finalizou.






















