De acordo com a marca italiana, os aprimoramentos fizeram com que, em ciclo combinado, a California HELE emita 270 g/CO2 por km (a California original despeja 299 g/CO2 km). Em ciclo urbano, a diferença na emissão de gás carbônico entre os modelos sobre para 23% em favor da configuração HELE.
Além de auxiliar na emissão de poluentes, os aprimoramentos renderam mais 2,5 kgfm de força para o propulsor, totalizando 52 kgfm de torque. A Ferrari também anuncia que sua tecnologia start/stop necessita de apenas 0s23 para ativar o motor a partir do momento em que o motorista retira o pé do freio, tornando um possível delay do sistema quase imperceptível. A marca não divulgou o preço da versão.
A Ferrari ainda não revela, mas a mídia internacional já sabe. Segundo a publicação, a nova versão do superesportivo levará o “sobrenome” SA Aperta. O nome é uma homenagem aos 80 anos do estúdio Pininfarina, que assina o trabalho de desenho do carro, e as iniciais vem de Sergio e Andrea Pininfarina. O preço da novidade é desconhecido, mas ao julgar que somente 80 unidades da nova série serão fabricadas, o valor deverá ser mais alto que o de costume.
Em relação a 599 com capota fixa, o modelo SA Aperta tem para-brisa mais baixo e atrás dos assentos foram instaladas barras de proteção para o caso de capotamento. Por baixo da lataria, o chassi, como em todo veículo conversível derivado de um cupê, foi reforçado para oferecer a mesma resistência a torção da opção com teto convencional, de acordo com a fonte. Já o motor 6.0 V12 do lançamento segue as especificações da série GTO e gera 670 cv.
O problema obrigou a Ferrari a promover um recall no esportivo que prevê a troca do adesivo por rebites, mais resistentes ao calor. Sorte de quem comprou a 458 Italia no Brasil já que nenhuma unidade foi entregue ainda e, por isso, virão com a correção aplicada.










