A General Motors anunciou na Austrália o recall de 86 mil modelos Omega que são vendidos no Brasil, no Oriente Médio e na Nova Zelândia. O problema é a possibilidade de vazamento de combustível, com risco de incêndio no motor. No Brasil foram comercializadas 784 unidades do modelo entre 2008 e 2009, que podem apresentar o problema. A empresa no Brasil, no entanto, ainda não se pronunciou oficialmente. O Omega vendido no país é equipado com motor 3.6 V6 (seis cilindros em “V”) de 254 cv (cavalos) de potência e custa R$ 145 mil.
No Brasil, a Chevrolet comercializa o Classic a partir de R$ 26 664 e ele é, nada mais, nada menos, que um Corsa Sedan na versão antiga, com a mesma base há quase 13 anos. Ainda na América, mais especificamente no México, o modelo era vendido como C2 e, hoje, se chama Chevy. É um dos veículos mais básicos da montadora e passou por um facelift um tanto quanto exagerado para ficar com mais fôlego no mercado.
A dianteira recebeu os traços utilizados pelos veículos da General Motors dos Estados Unidos, como, por exemplo, o Malibu. No entanto, por se tratar de um carro compacto, as formas soam um pouco de exagero. Faróis maiores também fazem parte do projeto e deixam a dianteira do sedã desconjuntada. A traseira é praticamente a mesma já utilizada pelo Chevy, mas que é diferente do modelo brasileiro.
O motor é o mesmo 1.6l de 100 cv disponível nas versões hatch e sedã. Ainda há uma versão automática. A última novidade do carro é o sistema GM Link, que permite bloquear o motor do veículo em caso de furto ou roubo.
A Saturn, uma das divisões da General Motors, está promovendo uma campanha um tanto quanto inusitada nos EUA. Os americanos estão sendo convidados a tirar fotos beijando um Saturn Astra – chamado de Vectra GT no Brasil – e concorrer ao concurso “Kiss My Astra”, que dará um Astra XR zero quilômetro para o autor do conjunto fotografia e legenda mais criativa.
Para participar é preciso se cadastrar na comunidade do site ImSaturn e fazer o upload das imagens beijando o veículo, como fez o vice-presidente da GM Bob Lutz, com o intuito de divulgar a campanha. O resultado do “Kiss My Astra” sai em setembro, e o vencedor será eleito pelos próprios membros da comunidade online.
Com o tema “Chevrolet. Reinventamos Caminhos”, a ação de marketing que terá início no próximo domingo (3) traz temática ecológica com formigas carregando “carros” (veja na foto acima) e é a maior da empresa nos últimos quatro anos. Além de mostrar o engajamento da montadora com a preservação da natureza, as peças buscam fortalecer a marca Chevrolet, pertencente ao grupo General Motors. “GM e Chevrolet são a mesma coisa para o mercado hoje. Nós queremos separar isso. Nosso relacionamento com o consumidor é através da Chevrolet”, explica o diretor de marketing, Samuel Russel.
Durante a apresentação da campanha, Russel deu exemplos de como é possível diminuir a emissão de CO2 (dióxido de carbono) na atmosfera por meio da iniciativa dos próprios motoristas. “Não vamos consertar os problemas, mas conscientizar as pessoas. Na Chevrolet, estamos estimulando os funcionários a darem carona”, disse o executivo. Dessa forma, acredita a Chevrolet, o trânsito pode melhorar e, ao mesmo tempo, a poluição do ar, diminuir.
Efeito colateral
Questionado sobre o pouco envolvimento institucional das marcas com a questão ambiental (há muito mais carros ecológicos que anúncios sobre eles) e acerca de uma possível queda das vendas com a redução do uso de automóveis, Russel destacou alguns pontos importantes na estratégia da fabricante. “Não temos medo de vender menos. A necessidade do transporte pessoal continua, mas queremos fazer isso de um modo mais racional”, esclareceu.
“Não quero alfinetar ninguém com isso, mas, na Europa, por exemplo, os carros que poluem menos pagam menos tributo. Aqui os tributos são cobrados em cima de custos. Com a redução dos custos, reduz-se a qualidade da matéria-prima, os carros ficam mais pesados e acabam poluindo mais”, comparou Samuel Russel. “Seremos líderes mundiais em fuel solutions [soluções em combustíveis limpos, em uma tradução livre]. A idéia da campanha é trazer de volta o prazer de dirigir”, finalizou.
A General Motors ganhou mais uma prova de que seu veículo elétrico pode se tornar um sucesso de vendas. Uma lista organizada por Lyle Dennis, entusiasta do modelo e organizador do site gm-volt.com, revela que 33 000 pessoas dos EUA e de 46 outros países mostraram-se interessadas em adquirir o veículo totalmente elétrico da montadora norte-americana.
O desenvolvimento do Volt é um dos mais peculiares da indústria automobilística. Enquanto a maioria das montadoras se esforça para manter em segredo as novidades de seus projetos, a GM faz exatamente o contrário. Cada novo detalhe do desenvolvimento é amplamente divulgado pela empresa, que realiza consultas freqüentes aos possíveis compradores do veículo. Lely Dennis, obviamente, é um deles.
O sucesso do veículo, entretanto, pode ser dificultado pelo preço. Ainda de acordo com a lista organizada por Dennis, a média do preço que os interessados se mostraram dispostos a pagar pelo modelo é de US$ 31 261. Mas a cifra prevista pela montadora é de cerca de US$ 40 000.
O conceito teve protótipo apresentado em janeiro de 2007. Desde então, a montadora realizou diversas mudanças no visual do veículo para melhorar a aerodinâmica, como mostrado na última quinta-feira pelo portal Carro Online.
Até onde se sabe, o Camaro SS será equipado com o motor V8 de 6.2 l, chamado LS3, que desenvolve 422 cv de potência e 56,4 kgfm de torque se acoplado à transmissão mecânica de 6 marchas. Com o câmbio automático, também de 6 marchas, o Camaro SS recebe o bloco L99, de mesmo deslocamento, porém com 400 cv e 54,6 kgfm de torque. A diferença entre o LS3 e o L99 é que este último conta com o Active Fuel Management, que faz o propulsor usar somente 4 cilindros em situações de velocidade constante ou quando o conjunto motriz é pouco solicitado. Segundo a GM, o Camaro SS automático será capaz de rodar 9,7 km/l abastecido com gasolina.


















