De acordo com o pronunciamento, mesmo com a crise, a montadora continuará oferecendo a taxa de juros 0,99 % para a venda financiada dos modelos Chevrolet Astra, Prisma, Classic e Corsa. O vice-presidente ainda salienta que os reflexos ainda não atingiram o mercado automobilístico brasileiro, principalmente pelo fato de as vendas continuarem em alta. De fato, entre janeiro e setembro, o mercado registrou crescimento de 27 % na comercialização. Os reflexos do período mais agudo, porém, deverão ser sentidos no fechamento da primeira quinzena de outubro.
A Saab, fabricante sueca pertencente à General Motors, uniu forças com a preparadora Hirsch para criar uma versão de sangue quente do conversível 9-3. O modelo, comercializado no mercado alemão, ganhou um kit aerodinâmico completo e uma preparação mecânica que promete não fazer feio nas autobahns do país.
O esportivo recebeu um novo sistema de escape e teve a potência do motor aumentada de 280 para 300 cv, com torque máximo de 40,8 kgfm. Resultado: 0 a 100 km/h em 6s4 e velocidade máxima de 260 km/h. Completam as modificações uma nova suspensão esportiva e freios a disco de 345 mm. No visual, o 9-3 passou a incorporar difusores de ar dianteiro e traseiro, saias laterais, nova grade, rodas aro 19″ e novas saídas de escapamento.
A General Motors anunciou na última quarta-feira (26) o início do projeto piloto que testará uma frota de carros a hidrogênio em Berlim. A capital foi escolhida para a fase européia do Project Driveway, que conta com 100 modelos Hydrogen4 circulando por Estados Unidos, Japão, Coréia do Sul, China e, agora, Alemanha.
O programa é apoiado pelo Ministério de Trasnportes do país e por nove empresas privadas – ADAC, Allianz, Coca Cola, Hilton, Linde, Schindler, Axel Springer, Total e Veolia –, que rodarão com os carros diariamente. O uso cotidiano do veículo permitirá à Opel colher dados sobre seu funcionamento e avaliar a aceitação do SUV perante o público.
O Hydrogen4 é a quarta geração de veículos a hidrogênio da GM, que desenvolve a tecnologia há cerca de 10 anos. Ele é movido por um propulsor elétrico de 99 cv, alimentado por uma célula a hidrogênio, podendo percorrer 320 km com um tanque. O utilitário vai de 0 a 100 km/h em 12s e atinge a velocidade máxima de 160 km/h.
O número exato de carros que rodarão em Berlim e o prazo do projeto ainda não foram especificados pela GM.
O objetivo está mais do que claro, embora a marca não admita: enfrentar o Tucson, da coreana Hyundai, que há algum tempo é o importado mais vendido do país. Isso porque o Captiva Ecotec custará cerca de R$ 10 000 a menos que a versão V6, ou seja, R$ 86 990 pela nova tabela. São apenas R$ 7 000 acima do preço do Tucson, porém, trata-se de um veículo maior e mais potente.
E o que muda em relação ao V6? Várias coisas a começar pelo motor 4 cilindros. A versão mais cara usa um 6 cilindros com bloco de alumínio e concepção moderna, mas tem um consumo equivalente à potência. Já o Ecotec é um projeto voltado para menor emissão de gases e redução do gasto com gasolina. Desenvolve 171 cv e consome um litro a cada 10 km na cidade e quase 15 km na estrada.
Economia desnecessária
Pena que a Chevrolet tenha rebaixado a versão ao trocar o ótimo câmbio de 6 marchas por uma transmissão de 4 velocidades. Não bastasse isso, decidiu oferecer o modelo sem pintura dos parachoques e das maçanetas, um óbvio economia desnecessária. O argumento soa pior ainda: o “Captiva Ecotec teria um visual mais off-road”, diz a marca.
Para compensar, há opção seqüencial no câmbio, mas acionado por teclas nas laterais da alavanca e a tração é apenas 4×2.
Computador de bordo incorporado
Ao contrário de situações anteriores, a GM parece ter ouvido com atenção as críticas a respeito da ausência de computador em um veículo de quase R$ 100 000 e o item passou a vir de série em todas as versões. Aliás, o pacote de equipamentos do Ecotec é bem interessante e inclui seis airbags, rádio com MP3, piloto automático, controles de tração e estabilidade, ABS e ar-condicionado, porém, este manual.
A velocidade máxima, antes limitada a 160 km/h, agora atinge até 180 km/h em todas as versões. A Chevrolet espera dividir ao meio a demanda entre o Captiva Ecotec e o V6 com ambas as trações – em janeiro o modelo teve 848 emplacamentos
Depois de 40 dias em concordata, a General Motors divulgou na última sexta-feira (10), em Detroit, o seu plano de reestruturação e a criação de uma nova companhia, a General Motors Company (GMC).
A nova empresa, formada pelas marcas Buick, Cadillac, Chevrolet e GMC, terá 60,8% de suas ações controladas pelo governo dos EUA. As autoridades canadenses, que investiram pouco mais de US$ 9 bilhões, administrarão 11,7% do novo grupo. Juntos, os governos investiram cerca de US$ 50 bilhões para a compra dos ativos da GM e a formação da nova companhia.
As ações restantes serão divididas entre o United Auto Workers (UAW), o sindicato dos trabalhadores do setor automobilístico, que terá 17,5%, e os credores da GM, que ficarão com uma fatia de 10%. Contudo, ambos poderão ter suas participações majoradas em 20% e 25%, respectivamente, uma vez que o governo dos EUA disse estar preparado para abandonar a sua participação na GM em 2010, caso a companhia fizer uma oferta pública de ações.
A nova GM surge após ter reduzido em US$ 48 bilhões a sua divida, fechado quase 40% de suas concessionárias e eliminado as marcas Saab, Saturn, Hummer e Pontiac. Fritz Henderson, presidente-executivo da GM, declarou querer tornar a empresa mais produtiva e menos burocrática. Segundo ele, serão cortados 35% dos cargos administrativos e 20% dos funcionários, reduzindo o montante de 91 000 para 64 000 trabalhadores até outubro deste ano.
Além disso, a nova companhia tem como objetivos iniciais o investimento em carros de baixo consumo de combustível e a concentração dos recursos em um número reduzido de marcas, modelos e pontos de vendas. Está previsto o lançamento de dez novos carros no mercado norte-americano e 17 no internacional, sendo o Chevrolet Volt híbrido, cuja produção deve iniciar ainda neste ano, a novidade mais aguardada.
Para Mark LaNeve, diretor de venda da GM, o desafio é reverter a imagem do grupo, manchada após ter registrado perdas de mais de US$ 80 bilhões nos últimos quatro anos e visto suas vendas reduzirem 36% em julho passado, situação que quase levou o grupo à falência e o obrigou a pedir assistência do governo dos EUA. “Eu realmente espero pelo momento em que estaremos operando no azul e o nome da companhia não será associado à concordata”, afirmou LaNeve.
Para incrementar a festa de 15º aniversário do museu do Corvette neste ano, a GM resolveu criar um modelo único para ser sorteado. Quem estiver interessado em concorrer ao C6 GSC (Grand Sport Coupé) deve comprar um ingresso para os quatro dias do evento comemorativo pelo valor de US$ 150 (cerca de R$ 280).
O C6 GSC está avaliado em US$ 55 720 pela fábrica, o equivalente a R$ 104 000 sem as taxas de importação. O modelo é equipado com o propulsor LS3, um V8 6.2 que gera 436 cavalos e 58,6 kgfm e faz conjunto com um câmbio de 6 marchas. O GSC conta ainda com rodas cromadas, pintura exclusiva, kit aerodinâmico e aerofólio do modelo ZR1.











