Honda New Civic Dub – Destaque do Mês de Fevereiro de 2010

Destaques do Mês de Fevereiro de 2010.

Olá galera! Meu nome é Rodolpho, mas todos me conhecem por Rod, tenho 19 anos e sou de São Paulo. Desde pequeno sempre fui apaixonado por carros, tinha várias revistas, carrinhos da Hot Wheels, babava quando carros de luxo passavam (não que não babe mais, risos), resumindo, uma criança viciada em carros. Como muitos, minha inspiração pra começar a brincar com o tuning foi logo após assistir “Velozes e Furiosos”. Aquilo pra mim foi algo inovador, algo que eu nunca imaginaria que pudesse existir. A partir desse momento comecei a ser fã do tuning. Aos 18 anos realizei um sonho de infância, tirei minha carteira de motorista e pra melhorar de vez, ganhei um carro de presente do meu pai, um Classe A 160, que era dele e está comigo até hoje. Fiz poucas mudanças nele (coloquei os tapetes de alumínio, led’s para iluminá-los, pedaleiras Shutt e manopla Shutt). Pretendo não gastar muito no carro, mesmo porque, meu foco agora é este Honda New Civic LXS automático. Ele não tem muita história, o carro não tem nem um ano de uso (2009-2009), mal caiu em minhas mãos e já começou a ser “melhorado” (risos). A primeira e corajosa mudança a ser feita nele foi trocar as lanternas originais pelas lanternas “Altezza Black”. Foi um choque para todos que olhavam. Eles falavam: “Como ele teve coragem de modificar um civic novinho?” Mas para mim o carro só ficou mais bonito. Após outras mudanças, essas pessoas começaram a concordar (risos). A segunda mudança a ser feita, foi colocar xenon 8.000k e essa roda de se babar, uma “Tsuya – Storm-H453 Chrome Black, aro 20″.

Depois disso começou a festa, assim como tatuagem, depois que você faz uma, não para de fazer mais, com o tuning é a mesma coisa, você só para quando o carro estiver exatamente do jeito que você sonhava. A terceira mudança foi colocar tiras de led’s no interior do carro, mais precisamente iluminando o chão, refletindo nos novos tapetes de alumínio. A quarta mudança foi instalar as soleiras e retirar o escrito na traseira do veículo “Civic - LXS - FLEX” e agora fica a dúvida, tirar o “H” da Honda ou não. A sétima mudança foi instalar o parachoque traseiro, comprado na Imperial Palace Car e feito na Personal Parts. A oitava mudança foi feita quase no Natal, para entrar no clima natalino (risos). Instalei o neon na parte externa do carro (embaixo e na grade da frente). A nona e última etapa feita até agora, foi instalar no Polidão, perto da Av. Sabará, os abafadores e ponteiras que comprei na Garage Store. Foi feito uma bifurcação no escapamento para ter as duas saídas, uma de cada lado. Esse carro está sendo minha paixão, meu orgulho e a prova de que querer é possível, basta correr atrás.

Entrevista.

CTR: O que te mais marcou no seu carro?
Rodolpho: Além das rodas, a mudança feita no escapamento (com duas saídas, uma de cada lado e em cada saída, uma ponteira de duas saídas).

CTR: O que retrata o estilo da pintura do seu carro?
Rodolpho: Preto, original. O preto está no sangue de todo headbanger, até o que é cromado, é PRETO cromado. Me identifico com o meu carro.

CTR: Que inspiração você teve para deixar o seu carro assim?
Rodolpho: Além de ser fã de Honda, admito que também sou muito fã de Mercedes, me inspirei tanto nas rodas, quanto no parachoque traseiro (inspirado na Mercedes SL63).

CTR: Você ainda pensa em fazer, mais modificações no seu carro?
Rodolpho: Com certeza. Com o tempo novas idéias surgirão.

CTR: Qual é o seu conceito sobre o tuning nos dias de hoje?
Rodolpho: Por mais que a “modinha” do tuning tenha caído, os poucos que estão na ativa, são os que realmente curtem isso, e acho legal haver a união entre essa galera que tem tanto em comum.

CTR: Alguém já chamou você para fazer racha?
Rodolpho: Várias vezes, mas nem ligo, além do meu carro no momento ter um motor original, ele tem rodas aro 20, e aqui em São Paulo não se pode passar de 50km/h, pois se pegar um buraco a essa velocidade a roda amassa. Então sempre brinco e piso na arrancada, quando chega a 50km/h, mantenho e ele vai embora (risos). Não vou destruir minha vida e um carro tão caro que foi conquistado com tanto suor, por uma simples prova de “poder”.

CTR: Qual é a sua tese sobre os carros originais de fabrica?
Rodolpho: Acho ótimo. Nada melhor que um carro original que sempre tem uma garantia a mais do que qualquer carro feito no “quintal”, mas tudo pode ser melhorado, e o tuning na minha opnião é isso, melhorar o que já é lindo. Deixar um carro lindo, mais lindo ainda, e o melhor, com a sua identidade.Honda New Civic DUB

A Honda anuncia ajuda as vítimas do Chile

A divisão sul-americana da Honda divulgou nesta sexta-feira (5) que ajudará as vitimas do forte terremoto que atingiu o Chile no último sábado (27/2). Segundo comunicado da empresa, será doado US$ 250.000 (cerca de R$ 445.000) às autoridades locais para assistência geral.

Além da ajuda monetária, a subsidiária chilena da fabricante japonesa providenciará geradores e bombas d’água à população necessitada. A empresa também intensificará a assistência técnica a automóveis Honda afetados pelos tremores.

No início do ano, a Honda prestou auxílio semelhante a Cruz Vermelha do Haiti, país também foi atingido por fortes abalos sísmicos.

Honda New Civic Si 2010 consegue andar bem e ainda ser econômico

Da última avaliação que fizemos com o Honda Civic Si, em novembro de 2007, para esta, do modelo 2009 do carro, muito pouca coisa mudou. O preço, por exemplo, baixou. Menos IPI. Caiu de R$ 99,5 mil para R$ 96.965, nada comparável aos US$ 22.105 pelos quais ele é vendido nos EUA, hoje algo em torno de R$ 44 mil. Isso, de todo modo, é algo que já discutimos ao mostrar quanto custam os carros brasileiros à venda no México, com a primeira reportagem da série “Lá fora”, e ao falar do Dia da Liberdade de Impostos, comemorado em 25 de maio. O mundo continua injusto. E o Civic Si continua a ser um veículo extraordinário.

Em termos de aparência, o que se nota de diferente é apenas o novo pára-choque e a grade dianteira pintada de preto, que, assim como as novas rodas de aro 17”, dão um jeitão mais agressivo ao sedã. Os bancos também têm novos tecidos, mas continuam a segurar o motorista com carinho. Tanto que nem dá vontade de sair do carro. Depois de se encaixar neles, o que não é lá muito tranqüilo, evidentemente.

Outros equipamentos dignos de nota no novo carro são os airbags laterais, a nova entrada USB, para ouvir músicas em MP3, o VSA (Vehicle Stability Assist, um controle de estabilidade) e o diferencial de deslizamento limitado, com a inglória sigla LSD (Limited Slip Differential).

O motor (e que motor!) continua a ser o mesmo, um quatro-cilindros de 2 litros e 192 cv a 7.800 rpm, com torque máximo de 193 Nm a 6.100 rpm. No painel, uma luz, chamada de shift-light, indica o momento mais adequado para as trocas de marcha ascendentes. Isso porque, quando se acelera o Civic Si do jeito que ele gosta de ser acelerado, ou seja, até o fim, basta ele passar dos 6.000 rpm para dar uma resposta incrível: o giro sobe como se o carro usasse um turbo ou coisa parecida. E ele não tem turbo, só um comando de válvulas especial, o i-VTEC. E só é mera força de expressão…

As cores disponíveis continuam a ser vermelho, prata e preto, mas, por sorte, o carro disponibilizado para avaliação era da cor que este carro deve ser: vermelho. Qualquer outra, por mais bonita que seja, não dá a real noção do caráter verdadeiro dessa jóia sobre rodas. Combina mais com a iluminação e com as costuras dos bancos.

Ao volante

Fica difícil fazer uma descrição melhor do que a que fizemos ao andar com o Civic Si pela primeira vez. Ele continua a não fazer caso das curvas. Isso porque descobrimos que ele estava com pneus descalibrados, o que costuma gerar um comportamento esquisito em qualquer automóvel. No sedã da Honda, quase passou despercebido. As curvas pareciam retas e o carro sempre esteve absolutamente dócil, ainda que seu motor estivesse gritando a 8.000 rpm. Em qualquer condição.

O que costuma gerar desconforto nos ocupantes de um esportivo é a inércia e a sensação de que se está solto nos bancos. Não no Si. Como dissemos, eles não acomodam: eles acolhem e seguram motorista e passageiro do banco da frente muito bem, mesmo em curvas rápidas e bem fechadas.

Outro elemento fundamental no Si é o câmbio manual de seis marchas, com engates precisos e curtos. A embreagem é firme na medida certa. Há quem se queixe de ela ser dura demais para enfrentar o trânsito, mas não sentimos isso como um problema. Ela até disciplina o motorista, especialmente aqueles com mania de deixar o pé apoiado no pedal.

Enquanto estivemos com ele, não tivemos dó do acelerador (respeitando as leis de trânsito) nem do ar-condicionado. Mesmo assim, o Si fez excelentes 6,5 km/l. É pouco? Depende de como se anda no carro. Poderíamos ter pisado leve e conseguido um consumo bem melhor, mas ter um Si e não ouvir seu motor a 8.000 é um pecado que não nos dispusemos a cometer.

Audi apresenta compacto A1

Depois de muito mistério e expectativa, a Audi revelou na noite dessa terça-feira (9) a versão definitiva do A1. Com apresentação para o público confirmada para o Salão de Genebra (4 a 14 de março), o modelo começará a ser vendido na Europa ainda no primeiro semestre deste ano. O lançamento da marca alemã também chega para esquentar ainda mais o crescente segmento de compactos premium, hoje representado por veículos como MINI Cooper, Fiat 500 e Citroën DS3. No Brasil, a previsão é que o lançamento desembarque em 2011.

Pequeno, medindo apenas 3,95 metros de comprimento, o A1 passa a ser a porta de entrada para quem deseja um Audi. Seu visual é uma mistura de elementos de diversos carros do catálogo da empresa. Na parte frontal, o desenho tem traços semelhantes ao do hatch A3 e dos sedãs A4 e A6. O formato de seus faróis, com formas mais agressivas e leds para iluminação auxiliar, por outro lado, vai além e remete ao conjunto da nova geração do luxuoso A8. Já a parte traseira recorda as linhas dos utilitários Q5 e Q7.

Por dentro, o A1 possui o acabamento típico da marca, como o painel emborrachado e equipamentos eletrônicos já embutidos. De série, o carro vem com ar-condicionado digital e sistema de áudio Audi Concert, enquanto o navegador GPS, com visor instalado no console, será oferecido como opcional. Na versão do veículo apresentada nas fotos, o interior ainda conta com elementos cromados nas maçanetas das portas, saídas de ar e adornos no câmbio e volante multifuncional. O porta-malas é típico de carro pequeno: leva 267 litros ou 920 litros com os bancos traseiros rebatidos.

0 a 100 km/h em 9s1 e 200 km/h de velocidade máxima

Quando chegar às lojas, o A1 terá quatro opções de motorização. Nas versões a gasolina, o modelo de entrada vem como motor 1.2 TFSI (turbo com injeção direta de combustível) de 86 cv e 16,3 kgfm de torque associado ao câmbio manual de 5 marchas. Segundo dados da Audi, nessa configuração o compacto acelera de 0 a 100 km/h em 12s1 e atinge a velocidade máxima de 179 km/h. Já seu consumo, ainda de acordo com a fabricante, gira em torno dos 19,6 km/l.

Interessados em mais potência poderão escolher a versão 1.4 TFSI de 122 cv e 20,3 kgfm de torque. Além do motor mais forte, o A1 com esse bloco oferece a opção de câmbio manual de 6 marchas ou semi-automático S tronic de 7 velocidades e dupla embreagem. Conforme aponta a Audi, na configuração top de linha a gasolina o veículo cumpre a prova dos 0 a 100 km/h em 9s2 (9s1 com câmbio S tronic) e atinge 200 km/h. Seu consumo é de 18 km/l, afirma a fabricante dos quatro anéis.

As opções de propulsor ainda contemplam os blocos 1.6 TDI (turbodiesel intercooler) com diferentes ajustes. A primeira versão gera 90 cv e 23,4 kgfm de torque, enquanto a opção mais acima proporciona 105 cv e 21 kgfm. Os dois modelos diesel virão com cambio manual de 5 marchas. Segundo a Audi, o consumo médio dessas opções fica em torno de 27 km/l.

Honda Accord anuncia recall de 437.763 veículos

A bruxa do recall está solta. A Honda anunciou nesta quarta-feira (10) a convocação de 437.763 veículos para substituição do dispositivo de acionamento de airbags. Conforme revela a emprensa, a medida afeta 378.758 carros nos Estados Unidos, 41.685 no Canadá, 4.042 no Japão e outros 13.278 em diferentes mercados. Estão envolvidos no chamado os modelos Civic, Accord, Odyssey, CR-V, Inspire e o Acura TL, todos fabricados entre 2001 e 2002.

De acordo com a marca japonesa, o defeito pode fazer com que a bolsa inflável de proteção para o motorista se abra com muita pressão. Caso o airbag seja acionado no momento do acidente, sem que a gravidade da colisão exija seu acionamento, o componente pode causar lesões ou, em casos mais graves, ocasionar na morte do ocupante.

Problema não chega ao Brasil

Em informe divulgado também nesta quarta-feira, a filial da Honda no país afirma que o recall anunciado no exterior não afeta os modelos Accord, CR-V e Civic vendidos por aqui. Segundo a marca, tantos os veículos de fabricação nacional como os importados são equipados com airbag do tipo “single stage” (simples estágio). O problema que afeta os carros fora do Brasil foi encontrado somente em bolsas infláveis do tipo “dual stage” (duplo estágio), em que a proteção é acionada com menor ou maior intensidade, de acordo com a desaceleração do veículo.

Contudo, no Brasil a Honda convoca 186.902 proprietários da primeira geração do Fit para reparar o dispositivo do vidro elétrico, que é suscetível à penetração de água, causando problemas em seu funcionamento e, em casos mais graves, até incêndio.

Acura cria concorrente para o BMW X6

A Acura, divisão de luxo da Honda, revelou os primeiros teasers do modelo que a marca japonesa utilizará para concorrer com o muito bem recebido BMW X6. A máquina será revelada em versão conceito durante o Salão do Automóvel de Nova York.A Honda e a Acura têm bem claro em suas estratégias que querem buscar o maior número de segmentos possível. Entre os crossovers, a X6 tem se destacado bastante e acaba sendo o principal alvo das companhias que esperam ganhar terreno.

Por enquanto, nenhuma informação foi divulgada sobre o modelo da Acura, mas é possível ver alguns teasers com imagens não muito esclarecedoras do novo crossover. Agora, aguardemos até a metade de abril para saber exatamente do que se trata.