Conforme revelamos anteriormente, a Chrysler anunciou, na iminência do início da investigação, que “todas as medidas possíveis para colaborar com o processo de investigação da NHTSA serão tomadas. Estamos confiantes que o estudo considera todos os fatores de colisão – incluindo a traseira com incêndio – e mostrará que os Jeep Grand Cherokee produzidos entre 1993 e 2004 se sairão tão bem quanto, ou melhor, que outros veículos em sua classe. Esses automóveis estão de acordo ou até além do que as leis federais de segurança exigem”, informa o comunicado da empresa.
Em resposta, a NHTSA, informa em sua petição que a taxa de morte por incêndio do Jeep Cherokee produzido entre 1993 e 2004 é quatro vezes maior que a de utilitários esportivos produzidos por outras empresas. A Carro Online tentou entrar em contato com a Jeep do Brasil para saber se os modelos comercializados no Brasil se enquadram no problema, mas ainda não obteve resposta.





















