SLR McLaren é banhada com 5 kg de ouro.

Mclaren SLR McLaren

Uma versão dourada do Mercedes-Benz SLR McLaren apareceu na MY CAR, feira especializada em tuning, em Dortmund, na Alemanha. O modelo recebeu acabamento especial com 5 kg de ouro e 600 rubis que chegam a medir 35 mm de diâmetro. O projeto é obra do designer de carros Ueli Anliker, que faz esse trabalho especial com jóias há 35 anos e batizou a criação de SLR 999. Nenhuma nota sobre alterações na parte técnica do carro foi divulgada, porém, pode-se notar a mudança de lugar do sistema de escape, que no modelo original fica atrás da roda dianteira e agora está mais recuado. 

Mclaren SLR McLaren

O valor estimado da SLR McLaren dourada é de 5 milhões de francos suíços (cerca de R$ 8,8 milhões sem impostos brasileiros ou taxas de importação). De acordo com o criador do carro, foram consumidas 30.000 horas para finalizar o projeto.

McLaren MP4-12C estreará em Goodwood

O primeiro contato do público com o novo McLaren MP4-12C está marcado para acontecer entre 1 e 4 de julho, no Festival de Velocidade de Goodwood (Goodwood Festival of Speed), na Inglaterra. A apresentação da máquina ficará a cargo dos pilotos da equipe de Fórmula 1 da marca, Jenson Button e Lewis Hamilton, que conduziram duas unidades do carro pelo antigo circuito de rua britânico.

Substituto do lendário McLaren F1, de 1991, o MP4-12C é o primeiro produto da nova empreitada da marca inglesa, que pretende se tornar em definitivo uma fabricante de veículos superesportivos, rivalizando com Porsche e Ferrari. Para isso, o lançamento conta com uma carroceria e chassi construídos basicamente de fibra de carbono, além do motor 3.8 V8 de 600 cv, desenvolvido pela própria empres

Com preços já fixados entre £125.000 e £175.000 (aproximadamente R$ 340.000 e R$ 475.000, sem taxas brasileiras), o MP4-12C é um superesportivo com capacidade para 2 ocupantes e seu desempenho, ainda não revelado pela McLaren, deve girar em torno de 3s5 na prova dos 0 a 100 km/h, enquanto sua velocidade máxima deve ser superior aos 320 km/h. As primeiras unidades do carro começam a ser entregues a partir do segundo semestre deste ano.

McLaren super esportivo F1 completa 18 anos

A McLaren comunicou a nesta quinta-feira (27) celebração de 20 anos do início do desenvolvimento de seu super esportivo F1. Embora o veículo só tenha sido lançado oficialmente em 28 de maio de 1992 (o que significa que ele está completando 18 anos), a empresa comemora a união dos engenheiros para dar início ao projeto do veículo, que foi pioneiro no uso extenso de fibra de carbono e manteve o título de automóvel mais rápido produzido desde seu lançamento, até a chegada do Bugatti Veyron. Apesar da idade, entretanto, o F1 mantém o mérito de veículo aspirado mais rápido já produzido para as ruas, com a velocidade máxima de 384 km/h.

O esportivo teve nada menos do que seis versões produzidas até 1998, ano em que saiu de linha. No total, foram comercializados 106 modelos, distribuídos em 61 unidades para o F1 “simples” (produzido de 1993 a 1998), 9 exemplares do F1 GTR (1995), 5 do F1 LM (1996), 9 unidades de uma nova configuração GTR (fabricadas em 1996), 3 do F1 GT (1997) e 10 unidades do GTR em 1997. As unidades restantes são protótipos e veículos da empresa.

Seu motor, um 6.1 V12 aspirado fornecido pela BMW, produz 600 cavalos de potência nas versões GTR, 627 cv nas configurações F1 e F1 GT e 680 cv na variante F1 LM. Além da alta potência, o esportivo contava com o baixo peso que varia de 1.062 kg na configuração LM a até 915 kg na última versão GTR. Seu portfólio inclui vitórias na categoria GT1, 24h Le Mans, entre outra.

De acordo com a marca, o primeiro exemplar do F1 foi vendido por 540.000 libras (R$ 1.463 milhão com a cotação atual da libra) em 1994. Já em 2008, uma unidade do esportivo com baixa quilometragem foi a leilão e arrematada por 2,53 milhões de libras (R$ 6,856 milhões).

Como celebração da ocasião, a McLaren convidou todos os proprietários e ex-proprietários do F1 para um jantar em seu centro de tecnologia, em Londres. A empresa também aproveitará o momento para exibir o novo MP4-12C.

Mercedes anuncia SLS dourado em Dubai

Mercedes Benz SLS


O estado de moratória em Dubai parece não assustar a Mercedes-Benz. Com a aproximação do Salão do Automóvel do país, programado para acontecer entre os dias 16 e 20 deste mês, a fabricante alemã se adiantou e anunciou a apresentação do superesportivo SLS AMG na região. Porém, o modelo a ser apresentado no Oriente Médio é um pouco diferente dos demais: ostenta pintura dourada Desert Gold.


Mercedes Benz SLS


Segundo a marca, tal configuração de acabamento será oferecida somente na região, conhecida pela grande quantidade de carros superesportivos em formatos diferenciados e exclusivos. Pintura à parte, o SLS AMG destinado a Dubai segue as mesmas especificações mecânicas do modelo disponível para os demais mercados: motor 6.3 V8 de 571 cv que o faz acelerar de 0 a 100 km/h em 3s8 e atingir 317 km/h de velocidade máxima.

O mais veloz e caro do século

Mclaren Roadster SLR

Poucos automóveis de produção em série são capazes de alcançar 300 km/h. Mas, nessa velocidade em quinta marcha, o motorista de um McLaren F1 faz algo inusitado. Aciona rapidamente a embreagem, ao mesmo tempo em que joga a alavanca de câmbio para cima, selecionando a sexta marcha. É isso mesmo: a 300 km/h, o motorista do “Big Mac” — como é conhecido entre seus entusiastas — ainda está trocando marchas. Para cima.

O F1 ainda é, quase dez anos após sua apresentação ao público (foi mostrado em Mônaco em maio de 1992), o mais veloz carro “de rua” do mundo. Em março de 1998, quando sua produção foi encerrada, a empresa o levou até a pista de provas da Volkswagen na Alemanha, onde alcançou 391 km/h e foi homologado pelo Guinness Book, o livro dos recordes, corrigido para 386,7 km/h. É também o mais caro carro de série de todos os tempos, custando 540 mil libras esterlinas na Inglaterra na época de seu lançamento e mais de um milhão de dólares nos Estados Unidos.

Gordon Murray, responsável praticamente só pela magnífica criação, ao lado de um protótipo do “Big Mac”, como é conhecido entre os entusiastas

Nesse tempo de culto ao coletivo e menosprezo às capacidades individuais, é interessante saber que o F1 saiu da cabeça de apenas uma pessoa: Gordon Murray. Quem acompanha as competições de Fórmula 1 já o conhece. Esse sul-africano projetou carros que transformaram tanto Senna quanto Piquet em campeões. Não importa que várias pessoas tenham contribuído para o carro, o Mc F1 é criação de Murray e de mais ninguém.

Ron Dennis e Mansour Ojjeh, os donos da McLaren, perceberam uma boa oportunidade de negócio nas idéias de seu engenheiro-chefe. Em 1989 nascia a McLaren Cars, com o objetivo expresso de criar o mais fantástico carro-esporte de todos os tempos.

O melhor para os entusiastas O F1 deve ter seu desenvolvimento acompanhado para se perceber como ele foi e é importante. Carros mais velozes certamente aparecerão — a Bugatti vem até com seu EB 16/4 Veyron de 406 km/h –, mas é difícil imaginar um carro mais bem pensado e mais interessante para os entusiastas. As premissas do projeto eram de dar água na boca: deveria ser desenvolvido o melhor carro do mundo para o motorista entusiasta, não importando o preço de venda.

O melhor carro-esporte que se possa ter, não importando o preço: o foco do projeto, plenamente atingido

No início do projeto, Murray ditou objetivos de peso e dimensões para cada subconjunto do carro. Ele não acredita em enormes departamentos de engenharia: para projetar um automóvel, segundo ele, basta um pequeno grupo de pessoas focadas e com objetivos claros. E prova a eficiência disso: o F1 foi projetado em três anos por apenas oito pessoas, contando Murray e o engenheiro/estilista Peter Stevens (hoje o principal executivo da MG Rover).

E Stevens só começou a desenhar o estilo do carro após o túnel de vento. Numa profunda percepção do que é realmente o trabalho de um estilista, ele afirma que cada veículo, por seu projeto, deve ter um desenho básico que se define devido a sua função — só depois desses parâmetros definidos é possível liberar o artista dentro de cada projetista. Diz ainda que se você começar a desenhar muito cedo, o carro vai ser moldado a seu desejo estilístico, o que não seria correto. Grande diferença da prática usual na maioria dos departamentos de engenharia, que recebem um mock-up e a tarefa: faça isso funcionar.