Pagani revela Novo Pagani Superesportivo Zonda Huayra.

  

 

Novo Superesportivo Pagani Huayra

 

A Pagani, enfim, mudou de ares. Zonda, a brisa que sopra nos Andes Argentinos cedeu seu lugar ao Huayra, o vento dos Andes Peruanos. Após quase 12 anos de produção e pouco mais de uma centena de exemplares fabricados, o superesportivo Zonda se despede para a chegada do Huayra, o novo bólido da fabricante italiana. Fotos oficiais e informações preliminares sobre o novo supercupê foram divulgadas na noite desta terça-feira (25) pela Pagani, dias após fotos do modelo publicadas na edição espanhola da revista Car terem sido distribuídas na internet. A apresentação oficial do Huayra é aguardada para o próximo dia 1º de março, na abertura do Salão do Automóvel de Genebra, na Suíça.Visualmente, apesar de tratar-se de um superesportivo inédito, o novo superesportivo carrega em seu desenho as linhas definidas e musculosas que consagraram o Zonda. E assim como o seu antecessor, o Huayra exibe capô curto e curvado e a cabine segue no meio da carroceria. Na frente, o que mais chama a atenção é a ampla entrada de ar, protegida por uma grade de treliça. Os pequenos faróis auxiliares arredondados, que ficavam nas extremidades da abertura, foram substituídos por fileiras de diodos luminosos. Já os para-lamas dianteiros saltados continuam acomodando os dois faróis de cada lado e os espelhos retrovisores em forma de folha.

Pagani: Vídeo mostra detalhes do novo Pagani Zonda.

 

Um novo vídeo mostra detalhes do novo Pagani Zonda esse vídeo foi revelado nesta quarta-feira (05). O vídeo mostra o interior do modelo, onde se pode ver peças cromadas e muitos detalhes em couro. Muitas especulações têm sido feitas em relação ao novo nome que o veículo receberá. Entre elas, estão “Deus Venti” (ou “Deus dos Ventos”), “Huayara” (“vento” em um idioma indígena falado no Peru) e o codinome “C9”.

Platinuss exibe o nacional Vorax, Spyker, Koenigsegg e o Pagani.

Novo Spyker 2011

Se Ferrari, Maserati e Lamborghini formassem a Hollywood automotiva e seus carros fossem como astros consagrados admirados por todos, infinitamente distantes do “mundo real”, mas ainda assim discretos, a importadora Platinuss agregaria em seu espaço no Salão do Automóvel celebridades de revista, daquelas que só aparecem na rua com perucas falsas, dão chilique a todo instante, mas adoram exibir um sorriso quando as câmeras aparecem e apregoar ao mundo o quanto valem. Com um batalhão de jornalistas de texto, foto e imagem posicionados em frente ao estande, quatro supermáquinas foram finalmente descobertas: o sueco Koenigsegg CCXR, o holandês Spyker C8 Aileron, o italiano Pagani Zonda R e o Vorax (pronuncia-se “vôrax”), superesportivo que está sendo desenvolvido e montado no Brasil.

Em comum, além dos milhares de cavalos de potência somados, há a exclusividade (os modelos expostos são exemplares únicos no país) e o altíssimo valor de compra. Com motor de 8 cilindros em V de 4,7 litros, biturbo, capaz de gerar 1.100 cavalos quando abastecido com etanol (a potência cai a 806 cavalos com gasolina de 98 octanas no tanque), o Koenigsegg CCXR E100 pode chegar aos 415 km/h, cumprindo o 0-100 km/h em quase instantâneos 2,8 s. Com tal marca, alardeia-se sua pole-position na disputa de mais velozes do mundo. Dotado de câmbio sequencial de seis marchas, tração traseira, carroceria em fibra de carbono e estrutura em fibra de carbono e alumínio, 1.280 kg distribuídos em 4,29 metros de comprimento, é cotado em R$ 6 milhões pela importadora. O C8 Aileron, da Spyker, é a versão de chassis longo (são 4,61 m de comprimento com 2,72 m de entre-eixos) do C8 Laviolette, que chegou ao país no último ano. O padrão é o mesmo: acabamento meticuloso, inspirado em hélices e turbinas e pontuado por objetos de grife, como os mostradores feitos pela suíça ChronoSuisse. O próprio nome é alusivo à aviação aileron é um componente responsável pelo movimento de rolagem de aeronaves. Para “voar” a mais de 300 km/h, usa o motor de 4,1 litros V8 da Audi, com mais de 400 cavalos de potência e torque de quase 49 kgfm. O preço também é bastante alto: vai de R$ 990 mil a R$ 1,2 milhão, de acordo com os itens de acabamento escolhidos. Da Pagani, temos a versão de corrida do Zonda, o Zonda R. Vamos logo ao preço: são R$ 10 milhões (sim, você não leu errado) caso você pretenda ter um “racing car” na garagem de casa, devido aos impostos. Se decidir manter o carro no exterior (e puder arcar com isso), o preço original fica em 1,7 milhão de euros.

Mas não se engane: o carro está homologado apenas para pistas e é totalmente despojado de janelas, acertos de banco e outros luxos; o acabamento é espartano, mas a fibra de carbono domina a carroceria. Única unidade disponível para o Brasil (apenas dez unidades foram fabricadas), exibe a inscrição “7 de 10″ em sua carroceria e, à porta, o recorde obtido no circuito de Nürburgring: 6min47s. O motor é AMG Mercedes Benz de 48 válvulas e 12 cilindros aspirado, com 750 cv domados por transmissão longitudinal e caixa de câmbio em magnésio de seis marchas. A tração traseira conta com antitravamento automático. E, com tudo isso somado, temos velocidade final acima dos 360 km/h e um tempo de 2,7 segundos para sair da imobilidade e alcançar os 100 km/h.

Dono do Pagani Zonda HH é revelado

A sigla “HH” presente no nome da nova versão do Pagani Zonda Roadster é uma abreviação dos sobrenomes do proprietário do modelo único. Trata-se do famoso e bem-sucedido (uma das condições óbvias para ter um Zonda) programador de softwares David Heinemeier Hansson, segundo aponta o website Secret Entourage. E o sujeito gosta de dirigir… Conforme seu pedido, o Zonda HH é uma versão especial baseada na série Cinque, que teve apenas cinco exemplares fabricados. As especificações exclusivas da linha são a carroceria roadster e o câmbio manual de seis marchas. O motor é igual ao da versão “comum” do superesportivo, o bloco 7.3 V12 da AMG de 678 cv e 80 kgfm de torque.

Pesando apenas 1.210 kg, o Zonda HH também acelera de 0 a 100 km/h em 3s4 e sua velocidade máxima ultrapassa a marca dos 340 km/h. Porém, nem mesmo o programador viu seu carro de perto, em sua garagem. Segundo a fonte, o modelo chega à casa de Hansson, em Chicago, nos Estados Unidos, somente no final deste ano.

Platinuss conclui venda do Pagani Zonda F

Demorou, mas finalmente o primeiro e único Pagani Zonda F no Brasil ganhou uma garagem particular. De acordo com a Platinuss, importadora oficial da marca italiana no país, o superesportivo avaliado em mais de R$ 4 milhões foi vendido na semana passada a um empresário paulista, cuja identidade, por motivos de segurança, não foi revelada.

Apresentado por aqui em abril de 2008, o Zonda F Amarelo Gynevra até então esperava na vitrine da loja localizada na Avenida Europa, em São Paulo, um comprador com saldo bancário suficiente para adquirir o carro mais caro à venda no Brasil. De acordo com a Platinuss, o veículo com motor Mercedes-Benz AMG 7.3 V12 de 659 cv será emplacado na primeira semana de abril.

Capaz de atingir a velocidade máxima de 345 km/h, o Zonda F vendido pela importadora é uma das 25 unidades da série limitada que homenageia o ex-piloto argentino de Fórmula 1 seis vezes campeão mundial Juan Manuel Fangio.

Koenigsegg vem aí

Além de representar a Pagani no Brasil, a Platinuss recentemente também se associou à Koenigsegg, fabricante sueca de carros superesportivos. Em junho, a importadora recebe a primeira unidade do CCXR, modelo com motor 4.8 flex sobrealimentado por dois turbocompressores mecânicos de 1.100 cv. O carro, que será vendido como versão especial Platinuss, além de ser o mais potente será também o automóvel mais caro do país: R$ 6 milhões.

Apresentado no Salão de Genebra deste ano, o CCXR Platinuss, segundo a fabricante, acelera de 0 a 100 km/h em 2s9 e leva 24s9 para alcançar os 300 km/h. Ainda de acordo com dados da fabricante nórdica, o superesportivo é capaz de superar a marca dos 400 km/h, o que o coloca como um dos principais rivais do Bugatti Veyron.

Pagani prepara sucessor do Zonda R



A Pagani divulgou nesta sexta-feira (22), que está trabalhando no desenvolvimento de um novo Zonda. O projeto, que dentro da fábrica é chamado de C9 “é um carro completamente novo desde seu conceito, com nova distribuição de peso, materiais e dinâmica”, segundo Horacio Pagani, fundador da empresa automobilística italiana.

De acordo com informações divulgadas, o projeto conta com 3.770 novas peças. Entre elas se destacam um novo chassi de liga de carbono com titânio, novos pneus Pirelli e a eletrônica Bosch. O C9 poderá inclusive ser importado para os Estados Unidos, devido às alterações para validação de crash-test e emissão de poluentes específicas para o país.

O motor 5.5 V8 Supercharger que equipa o Mercedes-McLaren SLR chegou a ser cogitado para ser utilizado no modelo, mas a “usina” escolhida para equipar o C9 será uma derivação do 6.0 V12 biturbo do SL 65 AMG. Este irá gerar 700 cavalos de potência e 102 kgfm de torque na macchina italiana, enquanto no modelo alemão o propulsor é restrito a “apenas” 612 cv, apesar de gerar o mesmo torque.

O Zonda R atual, que gera 750 cv e 72,4 kgfm de torque, terá sua produção encerrada em setembro, enquanto o novo modelo será exibido até o fim deste ano. De acordo com a empresa a novidade custará aproximadamente 900.000 euros (o equivalente a R$ 2.306 milhões, sem taxas de importação e impostos brasileiros) e terá apenas 40 unidades produzidas anualmente.