Em comum, além dos milhares de cavalos de potência somados, há a exclusividade (os modelos expostos são exemplares únicos no país) e o altíssimo valor de compra. Com motor de 8 cilindros em V de 4,7 litros, biturbo, capaz de gerar 1.100 cavalos quando abastecido com etanol (a potência cai a 806 cavalos com gasolina de 98 octanas no tanque), o Koenigsegg CCXR E100 pode chegar aos 415 km/h, cumprindo o 0-100 km/h em quase instantâneos 2,8 s. Com tal marca, alardeia-se sua pole-position na disputa de mais velozes do mundo. Dotado de câmbio sequencial de seis marchas, tração traseira, carroceria em fibra de carbono e estrutura em fibra de carbono e alumínio, 1.280 kg distribuídos em 4,29 metros de comprimento, é cotado em R$ 6 milhões pela importadora. O C8 Aileron, da Spyker, é a versão de chassis longo (são 4,61 m de comprimento com 2,72 m de entre-eixos) do C8 Laviolette, que chegou ao país no último ano. O padrão é o mesmo: acabamento meticuloso, inspirado em hélices e turbinas e pontuado por objetos de grife, como os mostradores feitos pela suíça ChronoSuisse. O próprio nome é alusivo à aviação aileron é um componente responsável pelo movimento de rolagem de aeronaves. Para “voar” a mais de 300 km/h, usa o motor de 4,1 litros V8 da Audi, com mais de 400 cavalos de potência e torque de quase 49 kgfm. O preço também é bastante alto: vai de R$ 990 mil a R$ 1,2 milhão, de acordo com os itens de acabamento escolhidos. Da Pagani, temos a versão de corrida do Zonda, o Zonda R. Vamos logo ao preço: são R$ 10 milhões (sim, você não leu errado) caso você pretenda ter um “racing car” na garagem de casa, devido aos impostos. Se decidir manter o carro no exterior (e puder arcar com isso), o preço original fica em 1,7 milhão de euros.
Mas não se engane: o carro está homologado apenas para pistas e é totalmente despojado de janelas, acertos de banco e outros luxos; o acabamento é espartano, mas a fibra de carbono domina a carroceria. Única unidade disponível para o Brasil (apenas dez unidades foram fabricadas), exibe a inscrição “7 de 10″ em sua carroceria e, à porta, o recorde obtido no circuito de Nürburgring: 6min47s. O motor é AMG Mercedes Benz de 48 válvulas e 12 cilindros aspirado, com 750 cv domados por transmissão longitudinal e caixa de câmbio em magnésio de seis marchas. A tração traseira conta com antitravamento automático. E, com tudo isso somado, temos velocidade final acima dos 360 km/h e um tempo de 2,7 segundos para sair da imobilidade e alcançar os 100 km/h.









