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McLaren comunicou a nesta quinta-feira (27) celebração de 20 anos do início do desenvolvimento de seu
super esportivo F1. Embora o veículo só tenha sido lançado oficialmente em 28 de maio de 1992 (o que significa que ele está completando 18 anos), a empresa comemora a união dos engenheiros para dar início ao projeto do veículo, que foi pioneiro no uso extenso de fibra de carbono e manteve o título de automóvel mais rápido produzido desde seu lançamento, até a chegada do
Bugatti Veyron. Apesar da idade, entretanto, o F1 mantém o mérito de veículo aspirado mais rápido já produzido para as ruas, com a velocidade máxima de 384 km/h.
O esportivo teve nada menos do que seis versões produzidas até 1998, ano em que saiu de linha. No total, foram comercializados 106 modelos, distribuídos em 61 unidades para o F1 “simples” (produzido de 1993 a 1998), 9 exemplares do F1 GTR (1995), 5 do F1 LM (1996), 9 unidades de uma nova configuração GTR (fabricadas em 1996), 3 do F1 GT (1997) e 10 unidades do GTR em 1997. As unidades restantes são protótipos e veículos da empresa.
Seu motor, um 6.1 V12 aspirado fornecido pela BMW, produz 600 cavalos de potência nas versões GTR, 627 cv nas configurações F1 e F1 GT e 680 cv na variante F1 LM. Além da alta potência, o esportivo contava com o baixo peso que varia de 1.062 kg na configuração LM a até 915 kg na última versão GTR. Seu portfólio inclui vitórias na categoria GT1, 24h Le Mans, entre outra.
De acordo com a marca, o primeiro exemplar do F1 foi vendido por 540.000 libras (R$ 1.463 milhão com a cotação atual da libra) em 1994. Já em 2008, uma unidade do esportivo com baixa quilometragem foi a leilão e arrematada por 2,53 milhões de libras (R$ 6,856 milhões).
Como celebração da ocasião, a McLaren convidou todos os proprietários e ex-proprietários do F1 para um jantar em seu centro de tecnologia, em Londres. A empresa também aproveitará o momento para exibir o novo MP4-12C.