Pagani: Vídeo mostra detalhes do novo Pagani Zonda.

 

Um novo vídeo mostra detalhes do novo Pagani Zonda esse vídeo foi revelado nesta quarta-feira (05). O vídeo mostra o interior do modelo, onde se pode ver peças cromadas e muitos detalhes em couro. Muitas especulações têm sido feitas em relação ao novo nome que o veículo receberá. Entre elas, estão “Deus Venti” (ou “Deus dos Ventos”), “Huayara” (“vento” em um idioma indígena falado no Peru) e o codinome “C9”.

Rossin-Bertin Vorax já está disponível em concessionária.

Rossin Bertin Vorax Conversivel

 

Segundo a revista Exame, a Rossin Bertin, marca criada para comercializar o superesportivo brasileiro Vorax, já possui 35 interessados no modelo, mostrado no Salão do Automóvel. Com preço estipulado de R$ 700 mil, o carro terá motor V10 da BMW.

 

Para reservar um dos Vorax, o cliente precisa pagar R$ 10.000 que não serão devolvidos caso o interessado resolva desistir do negócio. De acordo com o iG Carros, o Vorax terá duas versões de motorização, a padrão com 570 cv e uma sobrealimentada, com 750 cv. A primeira será capaz de atingir 330 km/h e a segunda, 370 km/h. As primeiras entregas deverão ocorrer no 1º trimestre de 2012.

Amoritz GT DoniRosset esportivo brasileiro ganha forma na argila.

Amoritz GT DoniRosset

 

O futuro supercarro esportivo brasileiro Amoritz GT DoniRosset já começa a ganhar forma, literalmente. A equipe que trabalha na escultura do design do supercarro utilizou cerca de uma tonelada de clay, espécie de argila à base de petróleo, para modelar o veículo. “Só por causa do clay é que conseguimos deixar o DoniRosset com linhas e superfícies harmoniosas e detalhadas”, diz Fernando Morita, designer e proprietário da Amoritz GT. O processo de detalhamento das formas do supercarro não foi simples. A partir do clay se fez o modelo em escala reduzida. Depois, em tamanho natural (1:1). Logo após esse processo, o trabalho do artista apareceu ainda mais. “Comecei, então, a esculpir tudo do jeito que quis; e de forma simétrica e milimétrica”, afirma Morita. Foram seis meses de trabalho só na escultura do veículo, que já está pronta. Os desenhos da carroceria e do chassi, além de todas as demais partes interna e externa do supercarro, foram desenvolvidos, juntos, pelo mesmo profissional. “Por isso, engenharia e design estão em total equilíbrio e harmonia”, ressalta Morita.

 

O veículo, que pode ser considerado uma joia sobre rodas, lembrará o formato de uma gota. Ou seja, terá dimensões finas na frente, encorpa-se no meio e, novamente, afina na parte traseira. O protótipo terá motor importado dos Estados Unidos, do Dodge Viper. O V10 de 8,4 litros despejará 1.007 cv de potência, proporcionando desempenho comparável aos dos melhores esportivos do mundo. No total, apenas 50 outras novas unidades serão fabricadas. O modelo deverá custar mais de R$ 2 milhões.

 

O superesportivo Coviello C6W entra em produção na Europa.

Novo Coviello C6W

 

Depois de mais de 30 anos de desenvolvimento, o Coviello C6W começará a ser produzido em pequenos lotes na Europa. O superesportivo de seis rodas projetado pelo italiano Ferruccio Covini vai estrear em breve no mercado, apesar de o preço ainda não estar definido. O carro é equipado com quatro rodas dianteiras de 15 polegadas e duas na traseira, de 20 polegadas, além de freios a disco Brembo. O sistema é inspirado no seis rodas, o P34, desenvolvido pela Tyrrell para a temporada de Fórmula 1 em 1976 e 1977. De acordo com a equipe responsável pelo projeto, as quatro rodas dianteiras proporcionam maior comodidade, mais força, mais aderência, melhor frenagem e menos vibração. Além disso, os pneus têm mais força e reduzem as chances de aquaplanagem.

 

Novo Coviello C6W 

 

O Covini C6W A tem 4,18 metros de comprimento, 1,99 m de largura e 1,08 m de altura. O peso é de 1.150 kg, graças à estrutura de aço tubular, reforçada com fibra de carbono. A cabine é 2+2, com bancos em dois tons de couro e detalhes de alumínio no acabamento. Sob o capô está o motor V8 4.2 da Audi que gera até 440 cavalos de potência, acoplado a uma transmissão manual de 6 velocidades. De acordo com a fabricante, o modelo chega a 300 km/h.

Subaru Impreza XV já está à venda no Brasil a partir de R$ 75.900.

Subaru Impreza WRX 2012

WRX STI também já pode ser encomendado por R$ 228 mil. Novidades foram os destaques da marca no Salão do Automóvel. O Subaru Impreza XV e o Impreza WRX STI já estão á venda no Brasil. De acordo com apuração do G1, o XV parte de R$ 75.900 com câmbio manual e R$ 79.900 com transmissão automática. A novidade traz rodas de liga leve de 16 polegadas e grade redesenhada. Sob o capô está o motor 2.0 de 16 válvulas que gera 160 cavalos de potência.  Já a versão sedã do WRX STI, o modelo mais ‘apimentado’ da linha, pode ser encomendado por R$ 228 mil. O esportivo é diferenciado pelo enorme aerofólio traseiro, nova grade dianteira em preto e para-choque com acabamento cromado. 

 

Para acompanhar o visual nervoso, a novidade é equipada com o motor 2.5 litros de 310 cavalos de potência a 6.000 rpm acoplado a uma transmissão de cinco velocidades com opção de trocas manuais que podem ser acionada por meio de borboletas atrás do volante. No Salão do Automóvel a Subaru mostrou ainda o Forester que já esta à venda em três versões : a XS 2.0 e XS 2.0 Top, ambas equipadas com o mesmo motor do Impreza X, e a XT 2.5 Turbo.

Volkswagen Voyage turbinado com 400 cavalos de puro veneno.

Voyage Turbinado

 

Veja como, após muita insistência, o pacato Voyage quatro portas de uma velha senhora foi transformado em um bólido de 1.900 cm³ com mais de 400 cv de potência. Quando a Volkswagen lançou o Voyage, em 1981, o comerciante Luiz Fernando de Moura, de Santo André, SP, tinha apenas cinco anos de idade. Provavelmente, nesta época, o sedã derivado do Gol não deve ter lhe chamado a atenção, o mesmo ocorrendo em 1986, quando o cantor Desirelles lançou o álbum François com a famosa canção “Voyage, Voyage”, mas isso logo iria mudar.  O interesse específico pelo carro surgiu em 1993, quando, aos 17 anos, sua mãe comprou um modelo GLS 1.8. Pouco tempo depois, um amigo fez o mesmo e, para melhorar o desempenho, instalou um turbocompressor no motor AP, transformando o pacato Voyage em um verdadeiro bólido. Assim, após dar algumas voltas no carro, a simpatia que Luiz sentia pelo Volkswagen logo se tornou uma grande paixão, muito embora diversos motivos o tenham impedido de comprar, nos anos que se seguiram, o seu próprio Voyage. Esta situação começou a mudar em 2003, quando um outro amigo comentou sobre a existência de um certo Voyage GL 1.8 1992.

 

Voyage Turbinado

 

Conforme lhe foi explicado, o veículo, “liso” de lata, tinha quatro portas e, para completar, era preto, a cor preferida de Luiz. Como se tudo isso não bastasse, o carro tinha baixíssima quilometragem, mesmo porque sua proprietária, uma senhora, o havia comprado quando novo e só o utilizou esporadicamente, deixando de fazê-lo depois de adoecer. Outro fato interessante é que o Voyage de quatro portas, lançado em 1983, foi vendido no mercado interno somente até 1986, para retornar apenas em 1995. Os modelos de quatro portas feitos neste meio tempo eram exclusivos para exportação e vendidos com os nomes Gacel, Senda, Amazon e Fox. Assim, a conversa, de tão incrível, parecia papo de vendedor, mas, como o Voyage não estava à venda, Luiz ficou curioso e achou que valia a pena conferir a história pessoalmente.

 Voyage Turbinado

 

PREPARAÇÃO AFINADA

 
A mesma filosofia adotada no exterior foi empregada na parte interna do carro. Refeito na Finess Design, o centro do painel perdeu os difusores de ar e o rádio, cujo espaço foi coberto por uma placa de acrílico fumê. Como Jair pretendia preparar o motor, nesta superfície foram instalados o controlador de bicos HIS (para comandar os futuros bicos injetores suplementares) e os manômetros do turbocompressor, da linha de combustível e do óleo, todos da Autometer. O conta-giros, montado na frente dos instrumentos originais do Voyage, também é da mesma marca e fica bem visível graças ao uso de um volante Momo de três raios.
Um aspecto curioso diz respeito ao shift-light, que fica escondido atrás do difusor de ar, do lado esquerdo do painel. A manopla da alavanca de câmbio, feita em alumínio, é da marca Shutt, enquanto o revestimento interno dos bancos (sendo os dianteiros da marca Recaro) é de couro cinza. Não se trata, entretanto, de um detalhe original de fábrica, pois este revestimento foi feito sob encomenda para a antiga proprietária em uma tapeçaria especializada neste tipo de serviço. Definido o visual, havia chegado a hora de modificar a mecânica. Partindo do bloco original, a Keller Mecânica de Automóveis montou uma usina de força de 1.900 cm³, obtida com a troca dos pistões originais Metal Leve, de 81 mm, por outros Ross, norte-americanos, de 83 mm. As novas bielas, forjadas, são da Ancona, enquanto o carburador original deu lugar a um Weber 40.

 

Voyage Turbinado

 

Os cabeçotes foram retrabalhados na Paula Faria, que trocou as válvulas de admissão e de escape por outras de 30 e 33 mm. Assim como ocorre com o tipo de comando de válvulas utilizado (que é nacional e difere bastante dos normalmente empregados nos motores Volkswagen), tanto o proprietário quanto a oficina não revelam a taxa de compressão obtida com as mudanças realizadas no cabeçote. O kit turbo também tem os seus segredos, mas a turbina usada é uma K24, com 1,5  bar de pressão. O intercooler é nacional, da marca Super Cooler. O Voyage emprega ainda três bombas elétricas Asse “de Gol GTI”. Conforme informou o proprietário, o motor passou a desenvolver 331 cv, mas isso era considerado pouco. Houve, então, a montagem de um booster e dois bicos suplementares de 160 lbs. Agora, quando a válvula selenóide altera a regulagem da válvula de alívio, a potência do “AP 1900” pula para 445 cv. A caixa de câmbio é Sapinho, com engrenagens retas da primeira a segunda marcha. As mudanças são completadas pelo uso de uma embreagem cerâmica, enquanto a suspensão passou a contar com amortecedores e molas com rosca da marca Fênix. Os discos de freio dianteiros são da Power Brake e, além do grande diâmetro, também são perfurados, otimizando assim o arrefecimento. O coletor de admissão e sua tubulação ficou por conta da Paulinho Escapamentos, que também forneceu as barras antitorção inferiores.