Os muscle cars marcam presença constante quando o assunto é preparação. E, quando tratamos de preparação de modelos da Ford na Fullpower, a maioria dos modelos é customizada na Batistinha Garage, onde Mustang e Maverick são as especialidades de casa. Porém, mesmo carregando alma de esportivo, os Mustang não tinham nos motores seus maiores aliados, pois deviam em potência. Até 2010, o antigo V6 4.0 tinha apenas 200 cavalos. No caso do V8, de 4,6 litros, 315 cv era o número máximo. Mas, o modelo melhorou muito com os novos V6 3.7 de 305 cv e V8 5.0 com 412 cv.
No caso do 3.7 V6 manual de seis marchas, Fernando Baptista, proprietário da Batistinha, realizou um upgrade visando melhoria de performance e dirigibilidade. Os aprimoramentos vieram com o clássico (porém, eficiente) escape com maior vazão, reprogramação da injeção eletrônica e filtro de ar esportivo. De acordo com Baptista, este pacote elevou a potência dos 290 cv (aferido em dinamômetro) para 335 cv.
O alto e encorpado ronco emitido pelo novo escapamento empolga até os mais calmos. O upgrade no Stang também inclui rodas de 20 polegadas com pneus 245/35 na dianteira e 285/30 na traseira, suspensão Eibach/Tokiko, além de um trambulador esportivo, responsável por agilizar as trocas das seis marcha. O visual do ponny car ficou mais agressivo com as faixas pretas no capô, laterais e no aerofólio. Ao vivo, a diferença é marcante. “Em alguns testes que realizamos em linha reta, este Mustang acelerou mais rápido que o Camaro 6.2 V8 automático original”, revela Batistinha. Ou seja: preparação no melhor estilo possível.
Mal-estar, vertigem, vontade de descer! São algumas sensações ao rodar nesse Nissan GT-R, preparado pela empresa Herrera Motorsports. A palavra “brutal” ainda não é suficiente para definir a aceleração do foguete de tração integral — você tem a nítida impressão de que passará a qualquer momento para outra dimensão, como no filme “De Volta Para o Futuro”.
Responsável por esse “soco no peito”, o preparador Bruno Herrera explica como chegou no assustador resultado. “Instalei um kit de upgrade da AMS Performance, empresa americana especializada em Nissan GT-R. Ficou tão bom que, regulado com apenas 1 kg de pressão de turbo, rendeu mais de 700 cavalos”, conta. Como efeito comparativo, a potência original do V6 biturbo é de 480 cv com 0,7 kg de pressão! Denominado Pacote Alpha 9, o novo conjunto possui intercooler e turbos roletados maiores, além de válvulas, filtros de ar, entre outros. Injeção programável e bicos de alta vazão também acompanham o kit. Porém, Bruno preferiu fazer do seu modo e não ficar amarrado às regulagens dos caras.
“Normalmente, você instala o conjunto, avalia o comportamento do carro e manda os dados via internet para o desenvolvedor do kit. Eles alteram os parâmetros e devolvem a nova configuração. Eu, nesse caso, instalei um módulo Unichip e, por conta, realizo o acerto da injeção”, diz. Injetores também são “especialidades da casa”, assim como o escape, desenvolvido com canos de inox de 3″.
Tudo no lugar, um teste e… A embreagem não aguentou! Bruno, então, desmontou a mecânica (acredite, é impressionante ver um GT-R zerado, de mais de R$ 500 mil, com o coração retirado do peito) e instalou uma poderosa multidisco, também da AMS, feita para aguentar tudo até em pistas e Track Day. Pronto! O Godzilla [apelido herdado do antecessor, o Nissan Skyline] agora lixa suas quatro patas descomunalmente, soltando um urro pelas quatro saídas de escape e turvando a visão de quem acha que está no comando!
Primeiro automóvel a desembarcar no mercado brasileiro da JAC Motors e o mais vendido da empresa chinesa por aqui, o J3 Turin, apesar do visual moderno e atual, apareceu nesta segunda-feira (23) no estande da marca no Salão de Pequim, na China, com um novo visual.
As alterações estéticas se concentram principalmente na parte dianteira – as mesmas do modelo flagrado há algumas semanas – e na traseira, além de um novo interior. Por aqui, o JAC J3 2013, tanto o sedã como o hatch, têm estreia marcada para março de 2013, dois anos após ter sido lançado por aqui.
Na traseira, pelo menos no três-volumes, as mudanças são bastante significativas. As lanternas meio que mantém o desenho das atuais, mas perdeu o prolongamento na parte inferior e agora invade a tampa do porta-malas, com uma sacada parecida com a da Honda no novo Civic. O resultado é de gosto duvidoso, mas ao meu ponto de vista ficou parecido com um remendo, podendo ser mais bem elaborado. O interior, por sua vez, apresenta linhas mais modernas e acabamento mais esmerado, com direito a volante com comandos de som e computador de bordo, itens inexistentes na versão atual do J3.
Além de todas estas alterações visuais, o JAC J3 Turin ganhou 35 milímetros a mais no comprimento, totalizando 4,19 metros. A distância de entre-eixos agora tem 2,41 metros, um centímetro a mais em comparação com a geração atual. Na motorização, ainda há novidades. De acordo com Sergio Habib, presidente da JAC Motors no Brasil, mas adaptado para rodar com álcool e gasolina e render até 128 cv com o primeiro combustível.
Junto com a nova geração do Palio, a Fiat mostrou a versão Sporting – nome usado pela primeira vez no modelo –, que pretende dar um ar mais esportivo ao renovado hatch. O carro ganhou visual repaginado, itens exclusivos e até algumas alterações mecânicas para se destacar do restante da linha, da qual ocupa o topo. Além disso, amplia os espaços da Fiat no seleto nicho dos “pseudo-esportivos” compactos, composto atualmente apenas por Nissan March SR, Ford Ka Sport e Uno Sporting, também da marca italiana.
O hatch é equipado com o mesmo 1.6 16V e.Torq da versão Essence. São 117 cv e 16,8 kgfm de torque quando abastecido com etanol que, segundo a Fiat, são capazes de levar o hatch do zero aos 100 km/h em 9,9 segundos e à máxima de 191 km/h. O desempenho é praticamente igual, apesar do diferencial encurtado, que permitiria respostas mais imediatas ao acelerador.
Além do câmbio mais curto, a direção ficou mais direta e a suspensão foi rebaixada em 5 milímetros e até as bitolas foram alargadas – 6 mm na frente e 10 mm atrás. Tudo para dar ao Sporting um comportamento condizente ao nome. A suspensão também ganhou molas e amortecedores mais firmes e os freios foram redimensionados.
Por fora, as linhas simpáticas do novo Palio ganharam toques mais agressivos, com a adição de saias laterais e spoilers dianteiro e traseiro. Além disso, o modelo ganhou belas rodas de 16 polegadas exclusivas da versão, com pneus de perfil mais baixo. Os faróis têm máscaras escuras e há apliques plásticos nos arcos das rodas – numa clara referência ao Punto T-Jet. Mesmo chamativo, o conjunto não perdeu a harmonia e deu ao modelo a dose extra de esportividade e exclusividade inerentes à uma versão desse tipo. As mudanças deixaram o Palio com um ar mais assentado e muito interessante.
O interior mantém as linhas comuns a todas as versões do hatch. Mas há também detalhes que não deixam os ocupantes esquecerem que estão a bordo de um Sporting. Os cintos são vermelhos, de gosto bastante discutível, mas remetem aos primeiros Uno 1.5R esportivos do fim da década de 80, assim como as maçanetas vermelhas e pedais esportivos. Os bancos também têm revestimento preto exclusivo, com inscrições alusivas à versão bordadas nos encostos. Os mostradores ganharam também a inscrição Sporting entre os ponteiros vermelhos.
A Fiat conseguiu um ótimo conjunto com o Palio Sporting. O modelo, que já era substancialmente melhor que a primeira geração, ganhou mudanças para entregar mais diversão ao volante do que o restante da gama, além do visual instigante. Até o preço, de R$ 41.310 – que já inclui equipamentos como ar-condicionado, direção hidráulica, airbags frontais e freios ABS – ainda o deixa em pé de igualdade com a concorrência “não-esportiva”. É certo que são quase R$ 2 mil a mais em relação ao Palio Essence, com o mesmo conjunto mecânico e dotação de equipamentos, mas que se justificam em ajuste esportivo, visual diferenciado e alguma exclusividade.
Construtores da Fórmula 1 em 2011 atravéz da Equipe Red Bull Racing, a Renault lança a série especial Clio RS Red Bull Racing RB7. A série especial do Clio tem detalhes que lembram os carros da F1. O modelo vem com pintura preta, retrovisores e difusor na cor amarela, teto com desenho lembrando à bandeira quadriculada, rodas de 18 polegadas,bancos Recaro,placa de identificação, alavanca do câmbio RS, sistema de telemetria com monitor e adesivos Red Bull fixados no canto inferior das portas. O Clio RS Red Bull Racing RB7, vem com motor 20. L turbo de 203 cv de potência, e esta disponível para venda inicialmente na França. No país Francês o Clio da série especial vai custar 27.900 Euros.O modelo também é esperado para venda na Espanha, Bélgica,Áustria e Suíça.























