O SUV compacto da Chevrolet, que deve se chamar Enjoy, já começa a ser testado — ainda bem discretamente — em vias públicas do Brasil. Um protótipo, fortemente camuflado, foi avistado e fotografado em Serra Negra, interior de São Paulo.
As fotos do Enjoy, revelam o indubitável parentesco do SUV com o Captiva, mas também — segundo Almeida — o alinhamento com a nova gama de pequeno e médio portes da Chevrolet, nomeadamente o Sonic (o Enjoy deverá medir cerca de 4,3 metros).
A semelhança principal pode estar sob o capô: o novo SUV deve oferecer no Brasil um propulsor 1.6 igual ao que virá no Sonic e ainda o 1.8 Ecotec (igual ao do Cruze), ambos bicombustíveis. “O que me deixou surpreso foi o ronco do motor”, narra Almeida. Para ele, o protótipo que fotografou em Serra Negra era 1,8 litro.
Nos Estados Unidos, o Buick Encore, espelho americano do emergente Enjoy, é animado por um motor 1.4 turbo; já o Sonic tem opções 1.4 turbo e aspirado, além do 1.8. No Brasil, com o hatch situado acima do Agile e abaixo do Cruze, e o sedã acima do futuro Ônix e embolado com o Cobalt (mais luxuoso, mas menor), o Sonic precisava de um motor explicitamente maior. Daí o 1.6, que lhe dá a vantagem psicológica de 0,2 litro.
Em nosso mercado, o Enjoy terá a obrigação de partir para cima do novo Ford EcoSport e ainda se ocupar do Renault Duster, os principais jipinhos urbanos do mercado brasileiro. “A Ford que se cuide, pois o Enjoy será, para meu gosto, muito mais robusto que seu concorrente baiano”, frisa ele.
E quanto vai custar? O Sonic LTZ, completo, chegará por R$ 60 mil (atenção: o lançamento oficial é no final deste mês). Por ele se pode ter uma ideia de quanto valerá uma versão intermediária do Enjoy; a mais barata deve ficar muito perto de R$ 50 mil, e a mais cara, próximo dos R$ 70 mil.
A assessoria da General Motors não se pronuncia a respeito de flagrantes. Se não fala nem mesmo sobre a minivan Spin, já fotografada dezenas de vezes, que dirá do Enjoy. O jeito é aguardar — talvez até outubro, no Salão de São Paulo.
Quem disse que dinheiro não compra felicidade certamente não mora no Oriente Médio. Inicialmente um conceito, o Nissan Juke-R ganhou tanta aceitação no reduto dos milionários que a fábrica confirmou sua produção em edição limitada. Segundo a fábrica, algumas pessoas quiseram comprar até um dos dois protótipos construídos durante seu lançamento, em Dubai.
Mistura do crossover Juke com a mecânica do Nissan GT-R, o “mini-Godzilla” terá 545 cv de potência, capaz de superar os índices dos protótipos, que tinham “apenas” 480 cv e aceleravam de 0 a 100 km/h em 3,7s.
Como se pode imaginar, a colocação de um V6 biturbo e um sistema de tração integral com transeixo exigiu uma série de modificações no Juke. Na verdade, do crossover europeu restou apenas a casca, que protege uma estrutura tubular montada sobre um chassi encurtado do GT-R. O cupê também cedeu o sistema de suspensão e freios. Todo o desenvolvimento e construção do protótipo se deu de forma artesanal, método que deverá se repetir na edição limitada do Juke-R.
A Nissan não informa quantas unidades serão produzidas ou qual será o valor de cada uma delas, mas de acordo com o site Jalopnik, serão feitos de 20 a 25 Juke-R, a módicos US$ 600 mil (sem impostos), ou quase seis vezes o preço de um GT-R. Segundo a Nissan do Brasil, interessados no modelo deverão encomendá-los diretamente com a Nissan britânica.
Enquanto dá o toque final a seu novo modelo que substituirá o DB9 e o DBS previsto para o segundo semestre do ano, a inglesa. A Ultimate Edition (edição definitiva), oferecida tanto no cupê quanto no conversível Volante, vem limitada a 100 unidades e traz detalhes visuais exclusivos como rodas, pinças de freio (em amarelo), retrovisores e o revestimento interno em couro e camurça sintética.
Uma plaqueta no console central exibe a numeração de cada carro dentro da série. O DBS tem motor V12 de 6,0 litros com potência de 517 cv e torque de 58,1 m.kgf.
Antes uma exclusividade da planta argentina da Volkswagen em General Pacheco, a picape média Amarok será produzida a partir de junho deste ano em Hannover, na Alemanha, conhecida principalmente pela tradição na produção de veículos utilitários e comerciais. A linha de montagem que produzirá a picape foi inaugurada nesta quinta-feira, 3. A cerimônia contou com a presença de autoridades locais e executivos da empresa alemã.
Nas próximas semanas a linha montará os primeiros modelos da Amarok, que servirão como unidades de testes para realizar ajustes necessários para iniciar a produção em série a partir do final do mês de julho. Por dia, serão produzidas 185 unidades da Volkswagen. Anualmente, o volume previsto é de 40 mil exemplares, que atenderá mercados como o europeu e o africano.
A fábrica da Volkswagen na Argentina que produz a Amarok, que antes abastecia, além da América do Sul, a África do Sul e Austrália. A unidade vizinha terá sua produção focada apenas na América Latina.
Exibido como conceito há um ano, durante a edição de 2011 do Salão de Detroit, a MINI apresentou um protótipo batizado de Paceman, um crossover com carroceria que mistura conceitos de um cupê. Este modelo, entretanto, está prestes a ganhar as ruas. O carro, que será nada mais do que uma versão cupê do atual Countryman, veículo topo de linha da empresa, foi flagrado em testes, com aquela típica camuflagem amarela com detalhes circulares em preto em toda a traseira.
Previsto para ser apresentado durante o Salão de Paris, em setembro deste ano, o automóvel apresenta um visual bastante semelhante ao do Countryman convencional, apresentando um teto mais caído na parte traseira e duas portas como as principais mudanças evidentes na versão flagrada. Espera-se que o MINI ganha ainda um novo para-choque e lanternas.
É provável que o Countryman cupê seja equipado com o conhecido motor 1.6 turbo de quatro cilindros, que equipava o conceito e será capaz de desenvolver cerca de 208 cv de potência. Uma versão JCW (John Cooper Works) também é esperada. Suas vendas nos Estados Unidos e na Europa está prevista para ter início apenas em 2013.
















