BMW X1 top de linha acaba de passar por um transplante de coração. A marca trocou o motorzão apirado 3.0 6 cilindros pelo menor 2.0 quatro cilindros biturbo. O modelo também passa a contar com a opção de câmbio automático sequencial de 8 marchas, câmbio até o momento disponível e apenas nos carros de alto luxo da marca, como os novos Série 5 e Série 7. Especialista na construção de blocos grandes e furiosos, a fábrica bávara (com o propulsor) dá início uma nova era, inevitavelmente direcionada à sustentabilidade. Mas não pense que, só por ser menor, o bloco é mansinho: são 245 cv de potência e um torque forte de 35,7 kgfm, despejado por inteiro desde as 1.250 rotações. Os números são próximos do rendimento do conhecido motor 3.0 litros de seis cilindros em linha, do qual o novo 2.0 litros deriva – foi desenvolvido sobre o bloco maior.











