Lotus divulga Híbrido Novo Lotus City Car

Após exibir seus seis novos veículos no Salão de Paris, a Lotus divulgou nesta quarta-feira (6) novas informações técnicas sobre o City Car, modelo voltado para uso urbano. Embora não comente sobre as dimensões do veículo, a marca afirma que o compacto pesará 1.400 kg e terá capacidade para transportar até 4 ocupantes.

A empresa não se pronuncia a respeito de itens de série ou opcionais do City Car, mas informa que o modelo possuirá teto panorâmico de vidro, cabine com tons de verde e amarelo e apliques de fibra de carbono no acabamento.

Outro detalhe do projeto encontra-se no motor a combustão, que servirá para recarregar o conjunto de baterias. De acordo com a marca britânica, o propulsor 1.2 3 cilindros será flexível, podendo utilizar como combustível gasolina, etanol ou metanol. Quando acionado, o bloco térmico emite o equivalente a 60 g/CO2 por km, afirma a Lotus.

Conforme pode ser observado nas imagens, o layout do híbrido conta com motor a gasolina instalado na dianteira, conjunto de baterias posicionados no assoalho e motor elétrico localizado na traseira.

O City Car pode percorrer até 64 km apenas com energia elétrica e até 500 km com as baterias e o tanque de combustível completos. A Lotus também informa que atualmente está em busca de parceria para que consiga colocar o híbrido em produção até 2014.

Renault exibe novo modelo elétrico Renault Dezir

A Renault exibiu nesta sexta-feira (9) no Salão de Paris o Dezir, seu novo modelo elétrico conceitual. Com linhas que “transpiram” esportividade, a novidade possui 4,22 m de comprimento, 1,96 m de largura, 1,16 m de altura, entre-eixos de 2, 58 m e capacidade para rodar até 160 km antes de seus armazenadores ficarem sem carga.

Apesar de utilizar um propulsor com rendimento que parece não ser tão esportivo quanto sua aparência, com 150 cavalos de potência e 23 kgfm de torque, o Dezir pesa apenas 830 kg, o que lhe permite acelerar aos 100 km/h em 5s0 antes de atingir a velocidade máxima de 180 km/h. A Renault não informou os planos de colocar o modelo em produção.

Motive Kestrel Elétrico usa maconha na carroceria

Motive Kestrel Elétrico Lembra daquela moda de tênis, camisetas, bonés e demais acessórios feitos com tecido que utiliza fibra derivada da maconha? Pois é, isso também chegou aos carros.A fabricante canadense Motive divulgou em uma conferência em Vancouver, Canadá, um automóvel compacto com motor elétrico cuja carroceria é feita de biofibra, material que conta com derivados da Cannabis sativa.

De acordo com a companhia, o composto ajuda a reduzir o peso, não enferruja e ainda oferece melhor absorção de impactos. Chamado de Kestrel, o modelo tem capacidade para 4 pessoas e pesa 850 kg.
A potência não foi revelada, mas os dados oficiais dão conta que ele atinge velocidade máxima de 135 km/h e tem autonomia para 160 quilômetros. O Kestrel é um dos modelos que faz parte do Project Eve, consórcio de empresas para desenvolver a eletromobilidade no Canadá. As vendas dele deverão começar em 2012.

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Hyundai revela i10 elétrico em Frankfurt



A Hyundai não está perdendo tempo para seguir a onda verde e plugar seus carros na tomada. A fabricante sul-coreana apresentou no Salão de Frankfurt o i10 Electric, versão totalmente elétrica de seu hatch compacto.

Segundo a empresa, a versão começa a ser fabricada em 2010 para servir inicialmente o mercado da Coreia do Sul. Ainda de acordo com a montadora, o modelo pode percorrer até 160 quilômetros com as baterias íons de lition em carga completa. A recarga em tomada de 220V leva cinco horas para ser finalizada.

O i10 Elecytic faz uso de novas baterias, chamadas pela marca de LiPoly. Segundo a empresa, estas são mais leves e possuem a capacidade de armazenar mais energia que as convencionais, além de poderem ser carregadas e descarregadas mais vezes antes de perder eficiência. Em termos de segurança, a nova tecnologia também apresentou avanços, uma vez que é mais resistente a impactos.

O motor produz 62,5 cv a 11 500 rpm e 26,5 kgfm de torque a 2 670 rpm. Nessa configuração, o modelo, que pesa 1 000 kg, de acordo com a marca, acelera de 0 a 100 km/h em 15s0 e atinge a velocidade máxima de 130 km/h.

Journey levanta moral da Dodge no País

Dodge Journey

O conjunto crise mais preocupação com a dependência do petróleo tem levado os norte-americanos para segmentos menores, com veículos que consomem menos combustível e emitem níveis mais baixos de poluentes. Foi-se o tempo em que estar na moda, nas terras do tio Sam, era ostentar um SUV grandalhão na garagem. Até o pessoal de Hollywood, muitos deles ditadores de tendências, tem se rendido nos últimos anos aos carros elétricos, em uma tentativa de se tornar politicamente correto.

Enquanto na América do Norte o interesse para a compra de veículos tem se invertido, abaixo dos trópicos, o segmento de utilitários esportivos e crossovers de grandes dimensões caíram no gosto do brasileiro e ainda tem rendido bons resultados a marcas com saldos negativos nos EUA. A Dodge, pertencente à Chrysler, pode se incluir neste grupo. E o motivo de sucesso da empresa tem nome no Brasil: Journey.

Batizado de crossover (mistura de dois ou mais segmentos durante a concepção do carro), o Journey já passou o Hyundai Vera Cruz e o Kia Sorento em vendas, de acordo com dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Começou com 108 unidades em agosto do ano passado, quando foi lançado no mercado nacional, saltou para 349 modelos em dezembro e estacionou em 107 em fevereiro. E deve fechar este mês com a mesma quantidade. O Journey está disponível somente na versão SXT, por R$ 95.900.

Apesar de apresentar linhas discretas e elegantes, o Journey abusa da robustez. Apesar disso, não é um carro complicado para se manobrar na cidade, habitat para o qual foi desenvolvido. No interior, preza a discrição e a funcionalidade: luz verde nos mostradores, comandos com disposição simples e grandes, mas funcionais, além de bancos que podem ser rebatidos individualmente. O ar-condicionado, no entanto, poderia estar no lugar do rádio, localizado na parte mais baixa do console.

Por baixo do capô

O trem de força que move o Journey é um V6 de 2,7 litros, movido a gasolina. Acoplado a ele há disponível uma transmissão automática (chamada de Autostick) de seis velocidades. Apesar de ostentar um V6, não se pode esperar um comportamento esportivo do crossover. Isso se deve, em grande parte, ao peso do veículo, que beira as duas toneladas (1.940 quilos). De acordo com a Dodge, o consumo urbano registrado é de 6,6 km/l.

O bloco de 2,7 litros desenvolve 185 cv de potência a 5.500 giros. O torque máximo, alcançado aos 4.000 rpm, é de 25,5 kgfm. Se o carro não estiver com os sete assentos ocupados (há dois pequenos lá atrás), o desempenho é satisfatório. Caso contrário, é bom recorrer ao modo manual para trocar as velocidades; o mesmo acontece nas subidas, quando o modo drive e o motor parecem não entrar em um entendimento.

A força que o motor faz para ganhar velocidade quando está completamente lotado ou em uma ladeira pode ser percebida pelo aumento no nível de ruído na cabine, já que, normalmente, é bem baixo. As grandes dimensões não foram capazes de interferir na estabilidade do Journey. O conjunto da suspensão é bem acertado e tem uma tendência mais rígida, o que não chega a incomodar os passageiros quando um buraco ou valeta é ultrapassado.

Espaço e funcionalidade são destaques

Se a ideia, então, é carregar a família, vamos aos atributos do veículo. Boa posição para dirigir, porta-trecos na parte de trás do assoalho, porta-óculos que faz as vezes de espelho interno (para verificar a criançada no banco de trás), além de bastante espaço interno, e bagageiro de 758 litros (com a terceira fileira rebatida).
O Journey sai de fábrica com ar-condicionado automático com saída na parte traseira, assento revestido com tecido lavável, dez airbags, banco do motorista com regulagem elétrica, computador de bordo, freios com ABS, monitoramento de pressão dos pneus, programa eletrônico de estabilidade com controle de tração, piloto automático e rodas de liga leve.