O problema obrigou a Ferrari a promover um recall no esportivo que prevê a troca do adesivo por rebites, mais resistentes ao calor. Sorte de quem comprou a 458 Italia no Brasil já que nenhuma unidade foi entregue ainda e, por isso, virão com a correção aplicada.
Ao todo, segundo comunicado da Honda, o chamado envolve 9.658 unidades do sedã com intervalos de chassis entre 1Z000001 a 2Z117324. Proprietários dos veículos envolvidos no recall poderão efetuar o reparo do componente a partir de 26 de julho. A revisão consiste na inspeção e substituição gratuita do insuflador do airbag. Para orientar seus clientes, a marca japonesa disponibiliza seu SAC pelo telefone 0800-701-3432 ou pela internet no website www.honda.com.br/recall.
Segundo a publicação, o órgão criará, em um prazo de três meses, um sistema integrado de informações sobre recall de veículos para assegurar que os modelos tenham passado pela inspeção da fábrica. A rede contaria com dados de diversas entidades, como o DPDC (Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor), órgão do Ministério da Justiça que monitora os processos de recall.
Ainda de acordo com o jornal, os dados estariam disponíveis apenas às autoridades de trânsito, o que impediria um potencial comprador de um veículo usado de consultar sobre a realização de um recall.
O Denatran, porém, não teria especificado um prazo para que o proprietário realize o recall antes de bloquear a venda do modelo. Até o momento, o órgão não se manifestou oficialmente.
Para sanar o defeito, a Subaru vai reposicionar os cabos de travamento das portas, a fim de impedir seu contato com o sistema dos vidros elétricos. Ainda segundo a montadora japonesa, não há risco das portas se abrirem involuntariamente, causando acidentes ou então a expulsão do motorista e passageiro da cabine.
A Caoa, representante da marca no país, ainda não sabe informar se os modelos da linha 2010 vendidos no Brasil estão envolvidos no recall, que já é o terceiro realizado no modelo em pouco mais de dois anos.
De acordo com a nota oficial, alguns clientes da marca reclamaram do comportamento do pedal do freio, que fica mais macio, tem seu curso aumentado e perde eficiência com o passar dos anos. A justificativa da empresa é que toda vez que o VSA realiza o check-up para avaliar se o sistema está funcionando corretamente, ele permite com que uma quantidade mínima de ar entre na linha de pressurização do fluido de freio. Com o passar do tempo, os gases se aglomeram, formando bolhas no sistema, o que pode diminuir a ação do pedal. O problema pode afetar 344.000 unidades do Odyssey e 68.000 do Element.
O portal Carro Online entrou em contato com a assessoria de imprensa da Honda do Brasil, para saber se os modelos que utilizam o sistema VSA – sendo eles o New Civic EXS, Civic Si, Honda CR-V EXL e Honda Accord V6 – podem sofrer com o problema. A empresa informou que o defeito não afeta nenhuma das unidades vendidas ou produzidas no Brasil, uma vez que o módulo do controle de estabilidade é diferente dos utilizados no exterior.
O primeiro defeito afeta o freio de 204.785 carros das linhas Titan, Armada, Quest e Infiniti QX56 produzidos entre 2008 e este ano. Segundo a Nissan, o problema no componente foi provocado por um erro de fabricação do fornecedor Inergy Automotive Systems. No entanto, a empresa não especificou de que forma o defeito de manifesta nos veículos envolvidos. “Nenhum acidente ou ferimento foi registrado por causa dos problemas”, garante a montadora no informe.
Já a segunda falha, que pode alterar a calibração do mostrador do nível de combustível, compreende 472.118 automóveis das linhas Titan, Armada, Infiniti QX56, Frontier, Pathfinder e Xterra fabricados entre 2005 e 2010. Nesse caso, a empresa alerta a respeito de pane seca. Para evitar o problema até a realização do conserto, a fabricante aconselha os proprietários dos carros convocados a manter no mínimo meio tanque.
Segundo a fabricante japonesa, 418.865 dos veículos convocados circulam nos EUA. O restante roda no Canadá, México, Rússia, Taiwan, Ucrânia e países na região do Oriente Médio. No Brasil, de acordo com a assessoria de imprensa da Nissan, os problemas não afetam os modelos Frontier, Pathfinder e XTerra vendidos aqui.




















