Porsche trás o leve Boxster Spyder para o Salão do Automóvel.

Novo Porscher Boxster Spyder

O conversível Porsche Boxster Spyder é uma das atrações da marca de Stuttgart no Salão do Automóvel de São Paulo. Carro mais leve da marca, com 1.275 kg (manual) ou 1.300 kg (automático), está equipado com motor de 6 cilindros e 320 cavalos (7.200 rpm), que pode ser gerenciado pela transmissão automática de dupla embreagem e sete marchas PDK e disparar como um carro de corrida graças ao Launch Control, similar ao utilizado em modelos da Audi. Assim, cumpre o 0-100 km/h em 5,1 s e pode chegar à máxima de 267 km/h. O preço não é leve: R$ 399 mil.
Impreza WRX STI é “arrimo” do estande da Subaru 2011.

Novo Subaru Impreza WRX STi 2011

Impreza WRX STI 2011 é vedete do estande da Subaru no Salão do Automóvel. O motor boxer de 2,5 litros com turbo e 310 cv de potência aliado à transmissão de alta performance com seis marchas asseguram à nova geração desse ícone o rótulo de WRX mais potente já construído. O interior mantém a força esportiva com pedaleiras de alumínio,volante de três raios de revestido de couro e bancos dianteiros em concha, mas não elimina o conforto, nem a segurança: controle de cruzeiro, medidor de pressão de pneus, airbags de terceira geração, freios Brembo e som premium são alguns dos itens disponíveis. Sem preço divulgado para o país, o modelo é cotado entre US$ 34 mil e US$ 37.400 no exterior. Não precisa ter mais. A Subaru mostra variações do Impreza em seu estande no Salão do Automóvel. E se dá bem. A principal, claro, é a versão 2011 do esportivo Impreza WRX STI Limited Edition. O nome é tão grande quanto à fama e o aerofólio traseiro. Tudo isso garante o desempenho do modelo. E a beleza (para quem gosta de esportivo, é um prato cheio). Quer mais?
Chery S18 é outro chinês no mercado Brasileiro.

Novo Chery S18 2011

O novo S18 tem previsão de chegada no país apenas para o final de 2011 ou começo de 2012 (o QQ chega no começo do ano); preço ainda é indefinido. O S18 pesa 1.028 kg e mede 3,60 m comprimento, 1,52 m de largura e 1,58 m de altura, com distância entre-eixos de 2,33 o modelo é calçado com rodas aro 14 e pneus 175/60; equipado com freios a disco na dianteira e a tambor atrás, conta com ABS e EBD o emblema com a letra “R” entrega real origem do S18: vem de Riich, uma das marcas da Chery na China. O motor que equipa modelo exposto no Salão é o mesmo do Face: Acteco 1,3 litro a gasolina, de fabricação austríaca, com 84 cavalos e torque de 12,4 kgfm; lá fora, porém, o veículo conta também com propulsão elétrica S18, conta ainda com sensor de estacionamento; formato das lanternas lembra, pro exemplo, a que a Fiat usará no médio Bravo, os banco não tem ajuste de altura e qualidade de plásticos da cabine é similar àquela encontrada em modelos populares feitos aqui já na configuração do banco traseiro do S18 é semelhante ao do hatch Face, com apoios de cabeça e conforto 0 apenas para dois ocupantes. O interior do S18, que conta com mesmo padrão de acabamento do Face; modelo tem ar-condicionado, direção hidráulica, airbag duplo frontal e rádio AM/FM com CD Player MP3 e entrada mini-USB. A marca Chery S18 é cotado para ser um dos carros produzidos no Brasil a partir de 2013, quando a marca montar sua fábrica por aqui vamos espera e ver o que vai acontecer.
Renault Fluence na Argentina, custará R$ 37.000.

Novo Renault Fluence 2011

O Fluence foi apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo na semana passada, mas lançamento que é bom só em fevereiro de 2011. Em compensação, a Renault da Argentina acaba de lançá-lo por lá e divulgou seus preços e versões. O valor sugerido para o sedã de entrada no país vizinho é de 86,9 mil pesos argentinos, algo equivalente a R$ 37 mil. Nessa versão, o Fluence vem equipado com motor 1.6 litro de 110 cv e transmissão manual.

A versão Dynamique é equipada com motor 2.0 litros de 143 cv. O valor sugerido na Argentina para essa opção é de 100,9 mil pesos. Pela cotação de hoje, o Fluence nessa configuração custaria para nós brasileiros, sem os impostos, cerca de R$ 43,5 mil. A versão topo, Privilège, pode ser equipada com câmbio manual, saindo por 121, 50 mil pesos (R$ 52,5 mil) ou com câmbio CVT de seis marchas, custando por 127 mil pesos (R$ 54,4 mil).

Renault Sandero GT Line sai por R$ 42.590

Renault Sandero GT Line
Renault Sandero GT Line
Renault Sandero GT Line

Mostrada no Salão do Automóvel, a série especial GT Line do Sandero agora chega ao mercado por R$ 42.590. Equipada com motor 1.6 de 112 cv, o hatch faz a linha “esportivo visual” – a única adição técnica foi o spoiler traseiro que, se bobear, na prática não traz nenhum benefício.

De resto, apenas adendos estéticos como faróis com mácara negra, rodas de liga aro 15 escurecias, alguns adesivos, bancos com relevo, o chamado “Embossed”, costuras vermelhas, painel ressaltado com cores mais chamativas e por aí vai. São quatro cores disponíveis: branco glacier, vermelho vivo, prata etoile e preto nacré.

Os equipamentos de série são airbags duplos, ar-condicionado, direção hidráulica e travas e vidros dianteiros elétricos, alarme, faróis de neblina, computador de bordo e rádio CD player MP3 com comando satélite na coluna de direção – opcional, apenas freios ABS por R$ 1.000, um preço em conta.

A vantagem da série especial é essa: você coloca uma meta baixa, em torno de dois mil exemplares, que é pouco pelo preço geralmente mais em conta que a versão normal. Certamente esgotará, ou seja, por mais devagar que sejam as vendas será um “sucesso”. Agora, se esgotar rápido, basta produzir outra fornada e dizer com gosto “a série especial surpreendeu e agora estamos reeditando bla, bla”. Dependendo da aceitação, vira versão regular. Caso contrário, a marca tem o pretexto de dizer que foi série limitada. Melhor que isso, impossível.

Chegou a vez da Chana mostrar o novo Benni e outros compacto.

Novo Benni da Chana

A Chana ficou conhecida no país por dois motivos: o seu nome peculiar piada pronta em português, mas bravamente mantido pela marca e seus pequenos utilitários, como o modelo Star e o Star Utility. A 26ª edição do Salão do Automóvel marca a chegada dos carros de passeio da montadora ao nosso mercado (no salão, como os Haima, também apareceram em cima da hora para os dias de público).

No estande da Chana estão expostos três modelos: os compactos Benni e Mini Benni e o Alsvin, nas carrocerias hatch e sedã (sendo este um candidato forte ao título de nome mais horroroso Alsvin, leia de novo do nosso mercado). Os modelos lembram carros japoneses do final da década de 1990 e início dos anos 2000, com grandes faróis, no caso da dupla Benni, e lanternas “invocadas”, que remetem ao esportivo Mazda RX-8, no caso do Alsvin. Se não são expoentes de modernidade, pelo menos o desenho dos carros é correto. No quesito motorização, o Mini Benni vai de 1,0 litro de 69 cv (compatível com o baixo peso, de 870 kg), o Benni utiliza um 1,3 litro de 85 cv e os Alsvin, um 1,5 litro de 98 cv. O acabamento dos modelos é simples, com destaque para o desenho do painel do Alsvin, que contam com uma faixa imitando metal que o atravessa completamente. O modelo tem espaço interno bom, podendo levar quatro ocupantes sem problemas.

O que causa estranhamento é a traseira do Mini Benni. A tampa do porta-malas na cor preta destoa do restante da carroceria, parecendo um enxerto. As lanternas, que possuem bolhas que saltam da carroceria, também não ajudam a compor essa parte do visual do veículo. Os modelos devem chegar ao país em 2011, com preços variando dos R$ 29 mil, no caso do Mini Benni, até cerca de R$ 40 mil, valor que deverá ser cobrado pelo sedã Alsvin. São preços um pouco mais altos do que a média praticada pelos chineses, o que coloca os novatos em rota de colisão com modelos já estabelecidos em território nacional. Resta aguardar para ver como a Chana se posicionará dentro da iminente ofensiva chinesa.