Entre as diversas e extensas modificações realizadas no motor 1.5 aspirado do modelo, todas as peças móveis do bloco (bielas, pistões, virabrequim e volante do motor) foram substituídas por novos componentes forjados (mais resistentes) que suportam a pressão e o calor gerados por um (grande) turbo “roletado”. O cabeçote do propulsor também foi altamente modificado, recebendo novas válvulas de admissão e escape, comando de válvulas, entre outros componentes periféricos.
Após diversos aprimoramentos, o conjunto de motor elétrico e a gasolina passou a produzir nada menos que 533 cavalos de potência (!!!). O desempenho do CR-Z é tanto que além das rodas de aro 18” com pneus 225/40 e novo sistema de freios, o modelo recebeu pára-quedas para ajudar nas desacelerações. Assentos esportivos e gaiola de proteção interna também fazem partes das alterações.
Segundo a Bismoto, todavia, as alterações “não alteram a dirigibilidade, durabilidade e baixa emissão de poluentes do motor original”.













